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Confira 5 dicas valiosas para montar sistemas de segurança

Para montar um sistema de monitoramento eletrônico em residências ou empresas é fundamental ter um planejamento.

Antes de instalar é importante organizar todas as etapas para que a escolha dos dispositivos e fornecedores seja certeira e eficiente.

Se você quer montar um sistema de segurança não deixe de ler as dicas a seguir. São 5 passos que farão a diferença na hora da instalação. Confira.

Fazer diagnóstico

O primeiro passo para montar um sistema de segurança é fazer um diagnóstico.

Para isso, é preciso considerar o tamanho do ambiente, a iluminação, a localização e o comportamento das pessoas que frequentam o local.

Contar com profissionais especializados para fazer esse levantamento é a melhor opção. Assim, as informações serão coletadas e direcionadas para as soluções mais adequadas.

Mapear os riscos

Não basta considerar apenas os locais de acesso para montar o monitoramento eletrônico.

Para que o sistema não seja exposto a falhas é preciso identificar riscos.

Desta forma, todos os ambientes do local que será monitorado devem ser verificados e avaliados.

Janelas pequenas e sem grades, muros baixos e espaços abertos são alguns exemplos de situações que podem expor a segurança de casas, prédios e condomínios se não forem mapeadas.

Planejar a operação

Após o diagnóstico e o mapeamento de riscos, a etapa de planejamento da operação é a próxima a ser executada.

Solicitar orçamentos, consultar fornecedores e verificar a certificação de qualidade dos equipamentos fazem parte dessa fase.

Para a contratação de serviços é ideal alinhar com empresas especializadas a manutenção dos dispositivos, a capacidade técnica para instalação e a integração com ferramentas e softwares.

Treinar a equipe

Os profissionais que trabalham em portarias e na segurança de empresas e condomínios precisam passar por um treinamento sobre técnicas que colaboram para manter o local seguro.

Sempre é válido ressaltar que montar o sistema de segurança é importante, mas o comportamento e as atitudes de quem monitora e circula no ambiente é primordial para a proteção.

Não esquecer dos organizadores

A instalação dos equipamentos de segurança demanda a compra de acessórios, cabeamentos e recursos para organizar o sistema de proteção.

Identificar os cabos e conectores é importante para manter a ordem e para facilitar a manutenção dos equipamentos.

Evitar a exposição de fios também é uma prática que previne a desconexão dos equipamentos e acidentes.

Buscar orientação profissional

Para que todas as dicas e etapas apresentadas até aqui sejam feitas de forma adequada e bem-sucedidas, a orientação de profissionais qualificados no mercado é a base de tudo, e é a dica extra deste post.

Seja para a escolha dos equipamentos, para o treinamento da equipe ou para a manutenção do sistema de segurança, a orientação profissional é essencial.

Por isso, encontrar fornecedores com boas referências, experientes e dispostos a solucionar problemas para manter ambientes protegidos é um diferencial.

Se você já conhece a JFL, aproveite e confira também as premiações conquistadas pela empresa especializada em segurança eletrônica.

Descubra as funções do videoporteiro e potencialize sua segurança

A segurança eletrônica é um setor que desenvolve tecnologias para aumentar a proteção de pessoas e ambientes constantemente.

Com isso, além de novos produtos, recursos são adicionados aos equipamentos existentes no mercado de sistemas de segurança.

Para ter o uso otimizado de equipamentos para a proteção residencial ou empresarial é preciso conhecer as novidades e funções disponíveis.

Neste post, você vai descobrir recursos pouco conhecidos ou utilizados do videoporteiro. Acompanhe e fique sabendo como tirar melhor proveito de cada um deles.

Conexão de mais câmeras

Muitas pessoas não sabem que existem modelos de videoporteiros que permitem conectar mais de uma câmera no sistema.

A conexão de câmeras auxiliares permite a captação de imagens em diferentes pontos do local e reforça a proteção do ambiente.

Para a vigilância com mais de uma câmera, o monitor do videoporteiro exibe as imagens captadas de forma alternada e sequencial, facilitando assim o monitoramento.

Além de potencializar a segurança, contar com um número maior de câmeras evita que — caso a lente da câmera principal tenha problemas — o ambiente fique desassistido.

Registro automático

Alguns videoporteiros possuem a função de registrar fotos e gravar vídeos automaticamente.

Esse recurso é indicado para situações quando moradores não estão em casa ou momentos em que empresas estão em turnos sem expediente ou fechadas.

O registro é programado para ser feito no instante que a campainha é pressionada. Assim que o visitante aciona o botão, a câmera registra por meio de foto ou vídeo quem está tentando contato.

É importante ressaltar que o recurso deve ser habilitado previamente para ser acionado. A funcionalidade deve ser programada no equipamento para que seja feito o registro no momento certo.

Pontos de extensão

Assim como os equipamentos de interfone, o videoporteiro também possibilita a instalação de pontos de extensão.

No caso de ser necessário que o monitoramento em portarias de empresas, condomínios e entrada de residências seja feito de diferentes ambientes é possível instalar dispositivos que replicam as imagens.

Existem aparelhos de extensão que contam com funcionalidades como o armazenamento de fotos e vídeos independentes da unidade principal, assim como viva voz.

Intercom

Falando em extensão, você sabia que é possível fazer chamadas internas com o equipamento de videoporteiro?

Quando a instalação do sistema de segurança conta com outros pontos, a comunicação entre eles facilita o monitoramento do ambiente.

Além disso, a função Intercom colabora com a interação entre as pessoas responsáveis pelo controle de acesso em um determinado local, seja em casa ou em empresas.

Não perturbe

A função “não perturbe” é indicada para situações em que o morador não quer ser incomodado.

Seja para descansar, evitar visitas ou qualquer tipo de interferência, a modalidade — quando habilitada — inibe o som da campainha.

Assim, quando a tecla da campainha é acionada, não emite som no dispositivo instalado internamente e nem no que está na área externa.

A função pode ser acionada a qualquer momento. Quando desativada, a campainha é acionada normalmente.

Se você tem videoporteiro na sua casa ou empresa, não deixe de aproveitar as funções disponibilizadas nos equipamentos.

Alguns consumidores desconhecem as facilidades dos sistemas eletrônicos e deixam de potencializar a segurança de ambientes protegidos. Ficou interessado em conhecer mais funções dos dispositivos de segurança?

Então, não deixe ler o artigo “você está usando todos os recursos dos seus produtos tecnológicos?”, e saiba mais.

 

Conheça os benefícios da tecnologia PoC

Profissionais que se preocupam em otimizar as soluções oferecidas aos seus clientes têm vantagens para atuar e conquistar novos consumidores.

Por isso, acompanhar as praticidades e tendências do mercado de segurança eletrônica é uma tarefa muito importante para os responsáveis pela instalação de dispositivos de proteção.

Para começar, responda: você utiliza a tecnologia PoC aplicada no circuito de câmeras e gravadores? Acompanhe neste post o significado e os principais benefícios de utilizar o padrão PoC nas suas instalações.

O que é PoC?

É a sigla da expressão “Power Over Coax”. Em tradução para o português, significa “Alimentação via Coaxial”.

O nome faz referência ao cabo coaxial, muito comum em instalações para transmitir sinais de TV. Outros equipamentos como rádio e modelos de redes de computadores mais antigas também utilizam a tecnologia.

O cabo coaxial conduz os sinais de transmissão por meio de um fio de cobre e é revestido com material isolante.

No caso das câmeras de segurança, é pelo cabo coaxial que tanto a fonte de alimentação quanto a transmissão das imagens é feita. Ou seja, basta conectar um único cabo para que o equipamento funcione.

Quais são os principais benefícios?

A tecnologia PoC não é uma novidade no mercado de segurança eletrônica. Porém, muitos instaladores ainda preferem utilizar uma quantidade maior de cabos e opções com preços mais baixos em seus serviços.

Conheça os principais benefícios da tecnologia PoC para otimizar a instalação de equipamentos de segurança, com foco nas câmeras de vigilância e gravadores DVR.

Apenas um cabo

Uma das principais vantagens que conduz o profissional de segurança eletrônica a utilizar o cabo coaxial na instalação de câmeras é que por um único cabo é possível transmitir a alimentação do equipamento e transmissão das imagens.

Organização do equipamento

O benefício de utilizar apenas um cabo impacta diretamente em outro, que é a organização do equipamento.

Principalmente para facilitar a manutenção, quando se tem um número menor de cabos conectados é mais fácil organizar, fornecer a assistência correta e evitar acidentes, como desconectar cabeamentos equivocadamente.

Interferência reduzida

Por ser feito de cobre, blindado e revestido por materiais isolantes, o cabo coaxial sofre menos interferências quando está exposto ou próximo a energias magnéticas ou elétricas de outros circuitos.

Opção versátil

O cabo coaxial é um recurso muito versátil no mercado de eletrônicos. Com a tecnologia PoC é possível transmitir diferentes sinais em função das opções de frequência que ele oferece.

Quais são os tipos de câmeras que aceitam PoC?

A seguir, estão alguns exemplos de câmeras de segurança e gravador (DVR) com tecnologia de alimentação via cabo coaxial:

  • DHD-3300 PoC
  • CHD-2030 PoC
  • CHD-2020 Dome PoC

Ficou evidente para você os benefícios que o padrão PoC pode ocasionar no dia a dia de quem instala equipamentos de segurança, além das vantagens para o consumidor final?

Priorize em seu serviço a utilização de gravadores e câmeras que contam com a tecnologia PoC para que a instalação seja certeira e otimizada.

Neste vídeo você vai complementar seu conhecimento com sugestões de produtos e dicas para utilizar a tecnologia PoC sempre que for necessário. Assista e potencialize seus negócios.

Conheça os avanços tecnológicos do mercado de segurança eletrônica

O mercado de segurança eletrônica está em crescimento. Segundo a Pesquisa Nacional sobre Segurança Eletrônica, o segmento faturou R$ 6,52 bilhões em 2018.
Para este ano a previsão de crescimento é de 10%. Além disso, uma das
tendências é o aumento de instalações em residências.
A expansão do mercado tem motivos importantes, principalmente para os profissionais do ramo: as novas tecnologias.
Conheça os principais avanços tecnológicos do setor e fique por dentro das inovações aplicadas em sistemas de segurança.

Reconhecimento Facial

A funcionalidade de reconhecer indivíduos pela identificação do rosto é uma tecnologia que vem sendo incrementada para manter locais protegidos.
Alguns dispositivos de uso diário — como o smartphone —, utilizam essa função em seus sistemas operacionais para identificar usuários.
Para a segurança eletrônica em ambientes, o reconhecimento facial é um avanço tecnológico que vem sendo testado e implementado.
Já existem empresas que estudam métodos para integrar a tecnologia com os sistemas de câmeras de segurança atuais, o que pode deixar a solução mais acessível para o consumidor final.

Machine Learning

Machine Learning é um conceito que aparece tanto no mercado de segurança eletrônica, quanto nos demais setores que utilizam a inovação para otimizar processos, produtos e principalmente resultados.
O significado do conceito é ¨aprendizado da máquina¨. Consiste da seguinte forma: a máquina aprende um determinado padrão, passa a identificá-lo e a tomar decisões quando essa padronização sofre alterações.
Um exemplo de aplicação de Machine Learning na segurança eletrônica é nas câmeras de segurança. A tecnologia permite que os dispositivos aprendem a identificar comportamentos e alertar quando reconhecem condutas diferentes das que aprenderam.

Drones

Os drones são equipamentos que ganharam muitas funcionalidades nos últimos anos e foram agregados em diversos serviços.
No mercado de segurança eletrônica, os avanços tecnológicos para a utilização de drones prometem impulsionar ainda mais o setor.
Por reproduzirem imagens aéreas com excelente resolução, os drones são dispositivos que auxiliam no monitoramento de lugares amplos e abertos.
O equipamento é categorizado como “veículo aéreo não tripulado”. Vale ressaltar que existem leis e orientações nacionais para a utilização de drones. É preciso estar atento ao regramento da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para usufruir do equipamento.

Internet das coisas

A aplicação da Internet das Coisas está num estágio mais acessível em sistemas de segurança.
Hoje em dia é possível conectar sistemas de alarmes, cercas elétricas e câmeras por meio dos dispositivos móveis.
O acesso reforça o monitoramento para manter ambientes seguros, além de transmitir maior percepção de segurança para os consumidores.
Ainda, a Internet das Coisas pode ser aplicada em outras situações que colaboram para manter locais protegidos.
Funcionalidades como ativar e desativar iluminação, atender porteiro eletrônico pelo celular e até mesmo identificar movimentos para emitir alertas em dispositivos móveis são consideradas inovações.
Acompanhar os avanços tecnológicos do mercado de segurança eletrônica é essencial para profissionais do setor e para quem tem interesse em aprimorar a proteção de residências e empresas.
Boa parte das tecnologias apresentados neste post é considerada como um produto inovador e está sendo testada e aprimorada por fornecedores especializados do ramo.

Aproveite para conhecer produtos que já estão disponíveis, como o Active Mobile V3, o software de acesso e controle de alarmes, eletrificadores e câmeras desenvolvido pela JFL.

 

Sistemas de segurança: saiba quando utilizar interfonia residencial e central de comunicação

Para escolher o sistema de segurança mais apropriado para residências, condomínios ou empresas é preciso conhecer as características dos equipamentos e identificar a necessidade do local.

Dependendo do ambiente, existem dispositivos que são mais apropriados para serem instalados que outros.

A interfonia residencial e a central de comunicação são duas opções de segurança eletrônica que devem ser utilizadas em situações distintas para manter a proteção de lugares e pessoas. Confira.

Interfonia residencial

O sistema de interfones residenciais funciona como um telefone para identificar previamente visitantes e autorizar a entrada.

É um equipamento indicado para residências mas também pode ser utilizado em condomínios e em empresas.

Para facilitar a comunicação com quem quer entrar, a interfonia residencial é instalada em casos nos quais o acesso de entrada é distante do local. Casas com quintais e jardins na frente, sem visibilidade e com distanciamento da entrada são exemplos de lugares recomendados para a instalação.

Em empresas, a interfonia serve como barreira para controlar o acesso de funcionários e visitantes. Com a identificação de quem entra é possível inibir assaltos e tomar atitudes preventivas em situações suspeitas.

Basicamente, o sistema de interfonia  conta com um painel externo instalado na entrada do local conectado a um telefone fixado na parte interna do imóvel. A comunicação é feita por áudio.

Os modelos de equipamentos de interfonia possuem tecnologias diferentes. Alguns contam com acionamentos em touch sense, o que evita problemas de desgaste, travamentos e teclas quebradas.

Ainda, podem contar com sensor de abertura para identificar quando o portão permanece aberto por esquecimento ou propositalmente.

É válido ressaltar que esse tipo de equipamento não permite outros ramais para comunicação. Porém, tem a opção de serem instaladas extensões para aumentar os pontos de atendimento quando o interfone é acionado.

Central de comunicação

Diferente dos interfones residenciais, as centrais de comunicação são sistemas de segurança que possibilitam a conexão com outros ramais.

É uma solução indicada para prédios e condomínios que necessitem de comunicação pontual com diferentes ambientes, como apartamentos e salas comerciais.

A tecnologia utilizada nas centrais de comunicação permite também a intercomunicação de moradores e condôminos, sendo possível interfonar diretamente para cada apartamento ou sala.

O número de ramais que o equipamento suporta varia conforme o modelo. Como exemplo, para locais de médio porte existem modelos com 17 ramais disponíveis. Já para grandes empreendimentos, exemplares com mais de 140 pontos são os procurados.

Para a instalação e monitoramento das centrais de comunicação é importante optar por fornecedores que contam com softwares específicos para a funcionalidade e que tenham bom desempenho.

Pelo software é possível acessar funções importantes, como fazer a programação de ramais flexíveis, permissões e senhas.

Manter ambientes protegidos deve ser prioridade para quem faz a gestão de condomínios e empresas, assim como para moradores residenciais.

Os interfones residenciais e as centrais de comunicação são exemplos de sistemas eficientes e que facilitam o dia a dia de moradores e funcionários.

Para não ter dúvidas na hora de contratar o sistema de segurança mais apropriado, consulte uma empresa especializada, tire suas dúvidas e instale os equipamentos mais adequados.

Mantenha sua casa segura e aproveite as férias de inverno

Com a chegada das férias no mês de julho muitas pessoas tiram do papel o planejamento de viagens e aproveitam para conhecer novos lugares.

Desfrutar de dias longe do trabalho, da escola dos filhos e de casa requer cuidados importantes para manter a residência segura.

Se você já está com as malas prontas e ainda não pensou na segurança do seus imóvel, saiba que ainda dá tempo para resolver essa questão.

Neste post, você vai conhecer as melhores soluções para cuidar da proteção da sua casa enquanto aproveita as férias viajando.

Sensores de alarmes

Os sensores de alarme são dispositivos utilizados com frequência em residências.

Existem dois tipos de sensores para atender as necessidades de segurança de cada ambiente: os passivos e os ativos.

  • Passivo: é um receptor de luz infravermelha que identifica movimentos pela variação da temperatura do local. Alguns fornecedores também classificam o equipamento como sensor de presença. Funciona para ligar a iluminação de áreas protegidas, ou para acionar o alarme e comunicar situações suspeitas;
  • ativo: é formado por 2 dispositivos — um deles emite luz e o outro identifica — . No mercado de segurança também é conhecido como sensor de barreira e é acionado quando tem a interferência de algo que atravessa a área protegida.

Cercas elétricas

Equipamento utilizado com frequência em muros, a cerca elétrica é um sistema de segurança que funciona como energizador.

É uma solução que aumenta a proteção por inibir e dificultar invasões em propriedades particulares e comerciais.

A cerca elétrica é feita com fios de aço que conduzem pulsos de alta tensão. O choque emitido pelo eletrificador se repete a cada 1 segundo. Ao ser tocada por alguém, o contato elétrico provoca o afastamento da pessoa.

Estão entre os principais benefícios das cercas elétricas o baixo consumo de energia elétrica e o investimento mais acessível quando comparado com outros sistemas de segurança.

Câmeras de segurança

Registrar a movimentação de ambientes por câmeras é uma solução eficiente para manter a casa segura.

As câmeras de segurança captam imagens para monitorar locais mais vulneráveis, como áreas externas e jardins. Também, são utilizadas em ambientes internos para acompanhar comportamentos de crianças, idosos e até mesmo de pets.

Alguns dos modelos disponíveis no mercado de segurança são:

  • Infravermelho: captam imagens em locais com pouca luminosidade;
  • IP: as câmeras podem ser acessadas via internet;
  • Dome: modelo revestido, indicado para ambientes internos;
  • Bullet: um dos modelos mais conhecidos é instalada em tetos e paredes.

Ainda, não basta contar apenas com sistemas de segurança para garantir a proteção da sua casa. O comportamento dos moradores é fundamental evitar tentativas de arrombamentos e invasões durante as férias.

Cuidados como avisar vizinhos de confiança da sua viagem, ser discreto e evitar comentar com estranhos que sua casa estará vazia são atitudes que fazem a diferença e colaboram para a segurança dos ambientes.

Antes de sair para aproveitar as férias de inverno, faça um check list e confira se as recomendações de segurança foram feitas, como trancar todas as portas e janelas.

A instalação dos sistemas de segurança são ágeis e rápidas quando realizadas por empresas especializadas no assunto. Por isso, ainda dá tempo de proteger seus bens antes de viajar.

Conheça as soluções da JFL, escolha o sistema ideal para manter sua casa segura, e boa viagem!

 

Os 7 erros mais comuns na instalação de alarmes e dispositivos de segurança

Para manter residências e empresas protegidas é preciso acompanhar todas as etapas da implantação de um sistema de segurança.

Não basta adquirir bons equipamentos para manter ambientes seguros. É muito importante que eles sejam instalados corretamente para serem efetivos.

Neste post, você vai conhecer os erros mais comuns cometidos por quem instala dispositivos de segurança. São 7 itens que devem ser evitados para zelar pela segurança do local.

1. Iniciar a instalação sem planejamento

Planejar a implantação do sistema de segurança é fundamental para que a instalação seja feita de forma correta.

O mapeamento das áreas que serão protegidas, as soluções mais assertivas e os equipamentos necessários são identificados no planejamento.

Além disso, é nesta etapa que os locais para os dispositivos de segurança são definidos, assim como os recursos que serão utilizados.

2. Não verificar a iluminação

A incidência de luz é uma questão técnica que deve ser considerada para instalar alarmes, sensores e câmeras. É preciso verificar como é a iluminação do local para escolher o dispositivo mais apropriado.

Ainda, é necessário que sejam feitos testes durante o dia e a noite para garantir o acionamento de sensores e a boa visibilidade de câmeras.

3. Escolher câmeras de baixa qualidade

Falando em câmeras de segurança, existem muitos modelos oferecidos no mercado. Para garantir a qualidade das imagens registradas é importante priorizar pela escolha de bons equipamentos.

É essencial ter em mente o objetivo da instalação de câmeras: monitorar e identificar situações de risco ou suspeitas. Neste caso, é essencial que o equipamento tenha resolução suficiente para isso.

4. Não organizar e expor cabos e conectores

A organização da infraestrutura do sistema de segurança deve ser feita logo na instalação. Distinguir o cabeamento que corresponde ao aparelho conectado facilita o trabalho de manutenção, de limpeza e de monitoramento.

Além de organizar cabos e conectores é recomendado que eles não fiquem expostos. Cabos soltos em locais de passagem ou desprotegidos da variação climática podem comprometer a eficiência dos equipamentos e a segurança das pessoas em circulação.

5. Instalar o DVR em local inadequado

DRV é o gravador de vídeo digital responsável por armazenar as imagens das câmeras de segurança.

Por ser o equipamento que registra as informações captadas é essencial que ele seja instalado em local seguro e restrito.

Não é indicado que muitas pessoas tenham acesso ao DVR. Além de evitar a consulta das imagens sem autorização, limitar a permissão diminui imprevistos – como a desconexão acidental do sistema.

6. Não ter um sistema de nobreak

Investir em segurança requer atitudes preventivas e uma delas é contar com um sistema de nobreak. Seja para a casa ou para o trabalho, o nobreak garante o funcionamento de alarmes e dispositivos quando falta energia elétrica.

A fonte mantém por um um determinado tempo os equipamentos ligados e em operação.

7. Economizar na instalação

Depois de planejar e escolher os equipamentos mais adequados para o sistema de segurança é fundamental contar com profissionais qualificados para fazer a instalação.

Procure por técnicos e empresas reconhecidas no mercado que ofereçam materiais de instruções e treinamento para as pessoas que terão acesso aos dispositivos de alarmes e câmeras de segurança.

 

Diante dos erros apresentados, fica evidente que para fazer a instalação de sistemas de segurança é preciso passar por etapas importantes. São detalhes técnicos que vão fazer a diferença para manter sua casa e empresa seguras.

Se este post foi útil para você, não deixe de ler também o artigo sobre tendências de segurança eletrônica, e fique por dentro das novidades deste mercado.

Conheça os principais Sensores de Alarmes

Quando o assunto é segurança, os sensores de alarmes são equipamentos que sempre estão entre os mais utilizados em residências e empresas.
Para quem tem interesse por esses dispositivos é importante conhecer a tecnologia utilizada para escolher o sensor mais adequado.
Neste post você vai saber quais são as características dos principais sensores, chamados de passivos e ativos. Veja como eles funcionam e os locais indicados para instalação.

Sensores passivos

Os sensores de alarmes passivos são aqueles que identificam movimentos pela variação da temperatura no ambiente.
Conhecido também por sensor de presença, o equipamento pode ser utilizado para acionar a iluminação quando uma pessoa entra no local protegido, ou para disparar o alarme e comunicar a situação de risco ao sistema de segurança.

Como funcionam

O dispositivo é um receptor que identifica feixes de luz infravermelha. Quando ocorre a mudança de temperatura no ambiente, acontece também a variação de infravermelhos, o que faz com que o sensor seja acionado.
Sobre a composição, os equipamentos contam com uma lente Fresnel, conhecida por ser utilizada em faróis e por captar iluminação em posições oblíquas. Além da lente, possui um led que é acionado quando o sensor identifica a presença de alguém por meio do calor.
Existem dois tipos de sensores passivos: com e sem fio . O primeiro é conectado de forma direta com o sistema de segurança pela energia elétrica, enquanto o segundo envia informações por ondas de rádio e é mantido por baterias.

Locais de instalação

Como os passivos são sensíveis às mudanças de temperatura, são sensores que costumam ser instalados em ambientes internos.
Vale ressaltar que locais que recebem luz solar com intensidade — assim como ambientes expostos ao vento — devem ser evitados, pois podem acionar o alarme acidentalmente.

Sensores ativos

Diferente dos passivos que detectam a emissão de infravermelhos, os sensores ativos contam com 2 dispositivos: um deles emite luz e o outro identifica.
Este modelo também é conhecido como sensor de barreira , porque o feixe emitido entre os equipamentos forma uma linha invisível que, quando atravessada por algo, aciona o sistema de alarme.

Como funcionam

Os sensores ativos são compostos por aparelhos instalados em locais com possível passagem para invasores, sendo fixados cada um em uma extremidade, formando assim uma barreira de luz infravermelha.
A quantidade de feixes emitidos pelo sensor pode variar e — conforme a necessidade e o local de instalação — contar com um ou múltiplos feixes de luz.
É um sensor que pode ser instalado facilmente por profissionais do ramo. Além disso, tem como uma das principais vantagens o design discreto quando comparado com cercas elétricas.

Locais de instalação

Os ativos são sensores de segurança indicados para áreas externas . A variação da quantidade de feixes de luz é importante para estar de acordo com o local que será coberto, conforme a indicação técnica.

● Um feixe: ideal para áreas pequenas e mais restritas;
● dois feixes: indicado para muros e portões;
● múltiplos feixes: modelo de alta precisão e indicado para áreas amplas.

É importante salientar que para escolher o melhor sistema de segurança para sua casa ou empresa vai depender dos objetivos e das áreas que serão protegidas.
Aproveite que você já sabe um pouco mais sobre os dispositivos e conheça a linha de sensores de alarmes da JFL . Os modelos disponíveis tem como foco precisão e eficiência
para manter qualquer local seguro.