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Saiba como funcionam as zonas para Central de Alarme

Para escolher o sistema de segurança mais adequado para sua casa é fundamental ter um pouco de conhecimento sobre os equipamentos utilizados e as suas principais funções. Por exemplo, você sabe o que são as zonas para central de alarme? E a importância delas para manter locais protegidos?
Se você tem interesse em descobrir as respostas dessas questões e entender mais sobre os dispositivos de segurança eletrônica, siga com a leitura deste post.

O que são zonas para central de alarme?

Pesquisar informações e referências é o primeiro passo para entender o funcionamento dos sistemas de segurança. E as funcionalidades deles também, como é o caso das zonas em uma central de alarme.
A zona é o setor a ser protegido pelo sensor. Por sua vez podem ser interligados um ou mais sensores em uma unica zona. As centrais de alarme, dispõem de um número variado de zonas – conforme a capacidade do equipamento.

Como funcionam as zonas para centrais de alarme?

As zonas são áreas protegidas pelos sensores. Uma sala que conta com 2 sensores de presença para que sejam acionados em caso de invasão, pode contar como uma zona.
Elas são identificadas por números na central de alarme.
Além disso, as zonas facilitam a administração do sistema de alarmes, pois permitem que seja habilitado ou desabilitado o disparo de determinadas áreas do mesmo local.
Ainda, a divisão por áreas colabora para o monitoramento, sendo possível identificar no display da central de alarme em qual zona aconteceu o disparo.

Dica extra: quanto mais zonas, melhor para a sua segurança!

Vale destacar que a definição das zonas facilita o monitoramento, reforça a segurança e flexibiliza o acionamento do sistema de alarme.
Desta forma, é possível perceber que quanto maior o número de zonas, de áreas divididas e monitoradas, mais seguro e eficiente será o sistema de segurança escolhido para manter sua casa protegida.
Por isso, a escolha da central de alarme que será instalada na sua residência ou empresa é essencial para que o local permaneça seguro, e para que comporte todas as zonas que você tenha interesse em proteger. E, atenção aos modelos de centrais de alarmes! Cada um deles tem uma determinada capacidade de zonas, sendo elas com ou sem fio.

Falando em central de alarmes, existem outras características que você deve verificar e considerar para escolher o modelo mais apropriado. Veja algumas delas.

  • Módulo GPRS integrado: existem modelos que fazem comunicação com o monitoramento ou usuario pelo sinal de celular;
  • Controle por aplicativo: pelo smartphone ou tablet, alguns equipamentos oferecem acessar a central via app.
  • particionamento real: com apenas uma central é possível operar separadamente zonas ou setores independentes;
  • Dispositivos sem fio: alguns tipos de central são compatíveis com dispositivos sem fio, como sensores de abertura;
  • Níveis de permissão: dependendo da tecnologia, é possível cadastrar usuários com níveis de permissão personalizados;
  • Programação prática: possibilidade de programar via cabo ou remotamente.

Agora que você já sabe o que são as zonas para central de alarmes e a importância delas para o sistema de segurança, aproveite para conhecer produtos que atendam as necessidades de segurança da sua casa.

Entre em contato com a JFL e conheça a central Active 20 GPRS. O equipamento é monitorável com módulo GPRS integrado, além de outras funções que vão facilitar o seu controle e proteção no dia a dia.

Sensor PET: proteção para casa e para seu animal de estimação

O crescimento pela procura de alarmes de segurança para a casa ou comércio é gradativo. Infelizmente, a instalação de dispositivos de segurança está se tornando fundamental para nos sentirmos mais protegidos.

Se você tem animal de estimação e acha impossível ter equipamentos de segurança que não detectem a presença dele, conheça os sensores com tecnologia PET.

Dentre os sistemas de alarmes que o mercado oferece, saiba que o sensor PET é um dos preferidos. Ficou curioso(a) para conhecer mais sobre ele? Acompanhe.

Como funciona o sensor PET?

Os sensores infravermelhos são importantes elementos para detectar invasão e intrusões em um determinado local. Eles não são sensores de movimento, e sim, de variação de temperatura.

Os equipamentos são chamados de infravermelhos passivos porque somente captam variações de irradiação de luz infravermelha (que representa variações de temperatura) no ambiente.

Todos os objetos emitem certa quantia de luz infravermelha. A emissão é diferente de humanos e de animais. Portanto, o sensor tem capacidade de distinguir a diferença de irradiação de luz infravermelha deles.

Uma mudança repentina no ambiente, como a entrada de uma pessoa — por exemplo —, altera a quantidade de luz e causa o disparo do alarme.

Qual a diferença entre os sensores infravermelhos PET x comum?

A grande diferença do sensor PET para o comum está na capacidade de distinguir as variações de temperatura entre humanos e animais de estimação.

Os sensores PET, basicamente, estão separados em duas categorias: para animais rasteiros até 20kg e até 30kg. Dentro dessas classificações, ainda é possível escolher sensores que trabalham com tecnologia com ou sem fio.

Quais são os principais benefícios do sensor PET?

Agora que você conhece como funciona o sensor PET e as características do modelo, veja também os principais benefícios do dispositivo.

  • Maior precisão para a segurança da sua casa;
  • cuidado com o seu animal de estimação;
  • utilização de tecnologias eficientes;
  • prevenção de disparos indesejados.

Que tal deixar sua casa mais segura e seu animalzinho mais protegido enquanto você está fora? Conheça o DSE – 830, o sensor PET digital com cobertura de 15m e ângulo de 90º exclusivo para áreas externas.

Entre em contato com a equipe da JFL, tire suas dúvidas e garanta a proteção dos seus maiores bens.

Descubra as vantagens do particionamento na central de alarmes

Alguns lugares precisam que cada um dos seus ambiente tenha sistema de segurança independentes, e o particionamento real é uma das soluções para quem quer operar diferentes dispositivos numa única central.

Galerias, complexos comerciais e casas com espaços separados — como salão de festas  —  são alguns desses lugares que costumam utilizar a funcionalidade.

Acompanhe neste post as principais vantagens do particionamento na central de alarmes e sugestão de produto que oferece o recurso.

O que é particionamento real?

Pense num espaço comercial com várias lojas. Cada uma delas tem um sistema de segurança. Com o particionamento é possível que a central de alarmes seja uma única para todos os estabelecimentos.

A função permite que a central seja dividida, mantendo os dispositivos e funções independentes das lojas.

Outros lugares, como residências com ambientes separados, também podem utilizar a funcionalidade para manter os sensores de alarmes ativados enquanto no restante da casa estão desativados.

Ainda, clubes recreativos e sociais que apresentam estruturas separadas, com diferentes sistemas de alarme, também podem ativar o particionamento na central.

Quais são as principais vantagens do particionamento na central de alarmes?

Monitoramento

O particionamento facilita o monitoramento da segurança, pois unifica num dispositivo a transmissão de dados com os sensores, de forma independente.

Centrais de alarmes que disponibilizam funções como acesso para monitoramento via celular potencializam o benefício.

Autonomia

Ao mesmo tempo que facilita o monitoramento, a função mantém a autonomia dos ambientes, no que se refere a segurança. Por mais que a central de alarmes seja a mesma, cada sistema pode ser acionado separadamente dos demais e conforme a necessidade.

Manutenção

Um ponto bem importante, principalmente para os profissionais responsáveis pela segurança, é a questão da manutenção. O particionamento facilita o suporte técnico, visto que a central de alarmes é um único dispositivo para um determinado número de ambientes.

Ainda, torna a estrutura de instalação reduzida, o que também colabora para a limpeza dos equipamentos e evita o excesso de aparelhos e acidentes com o cabeamento.

Quais são os produtos que oferecem particionamento?

Para que a função esteja disponível, procure por centrais de alarme que ofereçam particionamento real. Preste atenção na capacidade de zonas e usuários do equipamento.

Uma dica essencial é pesquisar quais os benefícios do produto além do particionamento, pois muitos deles fazem a diferença para manter a segurança e para otimizar o monitoramento.

Um exemplo é a central Active 32 DUO. O dispositivo oferece muitas outras vantagens, como a supervisão real, sistema sem fio e tecnologia duo.

Vale destacar ainda o Active Mobile, aplicativo para controlar a central de alarme pelo smartphone ou tablet. O app é mais um avanço tecnológico que agrega valor ao produto, além de estar alinhado às necessidades e utilização de quem consome.

Que tal saber o status da central, inibir zonas ou visualizá-las em planta baixa de qualquer lugar e em qualquer momento? Pelo aplicativo, você consegue!

E você, achou interessante contar com o particionamento na central de alarmes para facilitar o monitoramento de ambientes seguros?

Não esqueça que para isso é importante ter bons equipamentos. Conheça um pouco mais sobre o Active 32 DUO, tire suas dúvidas com a equipe da JFL e faça a melhor escolha.

Conheça os benefícios do eletrificador para cerca elétrica controlado remotamente

Hoje em dia é possível conectar via aplicativo o sistema de segurança da sua casa ou empresa com toda a facilidade que o acesso mobile proporciona, e para as cercas elétricas não é diferente.

Siga a leitura deste post e entenda quais são os principais benefícios de contar com um eletrificador para cerca monitorado por aplicativo. Acompanhe.

Como atua o eletrificador para cercas elétricas?

Para contextualizar os benefícios do acesso remoto e mobile, é preciso entender um pouco mais sobre como funcionam os eletrificadores.

O eletrificador é um dos componentes fundamentais para o sistema de cercas elétricas, que é composto — basicamente — por fio de choque, hastes de isolamento, sirene e placas de advertência, além do dispositivo.

Como funciona

 

O eletrificador para cerca emite uma corrente elétrica pelos fios que contornam o perímetro protegido. O equipamento gera pulsos de alta tensão em um determinado intervalo de tempo e voltagem.

Alguns equipamentos emitem pulsos a cada 4J com tensão de até 18.000V. Isso faz com que o contato com a cerca seja capaz de inibir ou interromper a ação de pessoas mal intencionadas e invasores.

Ainda, o equipamento possibilita a programação de disparo da zona das cercas elétricas de quatro maneiras. Veja abaixo quais são.

  • Imediata: disparo imediato;
  • inteligente: detecção em duas etapas para evitar disparos em falso;
  • temporizada: disparo após um tempo predeterminado, possibilitando o usuário desarmar o alarme antes do disparo;
  • temporizada inteligente: detecção em duas etapas e disparos após o tempo predeterminado.

A programação do eletrificador pode ser feita por aplicativo via smartphone ou tablet e por controle remoto. Com ele, é possível armar e desarmar o sistema de cerca elétrica a uma distância de até 100m (sem obstáculos). Ainda, é possível configurar para armar e desarmar a cerca elétrica e o setor de alarme ao mesmo tempo, ou em situações separadas.

Como é o aplicativo para acessar o eletrificador?

A principal função do app é controlar o eletrificador pelo smartphone ou tablet a qualquer momento. Com ele é possível armar e desarmar a proteção e verificar possíveis disparos.

O aplicativo Active Mobile, disponibilizado pela JFL, é um bom exemplo de programa que utiliza esta tecnologia para facilitar o monitoramento por parte dos usuários, e consequentemente, potencializa a segurança do local protegido.

É um software para dispositivos móveis de acesso e controle não só de eletrificadores, mas também de centrais de alarmes monitoráveis e câmeras JFL.

Conexão via nuvem

Vale ressaltar que existem modelos de eletrificadores com acesso mobile que contam com a conexão via nuvem, como é o caso dos equipamentos da JFL.

Este tipo de conexão possibilita uma configuração mais rápida dos dispositivos por leitura de qr code, evita a abertura de portas da rede, além de facilitar a interação entre eletrificadores e aplicativos.

Quais são os benefícios do eletrificador de cerca controlado por aplicativo?

Quem tem cercas elétricas instaladas em casa ou na empresa prioriza pela segurança do local inibindo possíveis invasões. E, com a utilização de apps, é possível otimizar o monitoramento para manter ambientes cada vez mais seguros e pessoas tranquilas.

Veja os principais benefícios do eletrificador com acesso remoto mobile.

  • Falsos alarmes: o aplicativo permite que, no caso de disparo do alarme, a situação seja conferida imediatamente e avaliada se é um acionamento acidental ou de invasão.
  • tranquilidade: por ter mais um recurso e de fácil acesso, a sensação de segurança dos usuários aumenta. Como exemplos, moradores ficam mais tranquilos ao viajar, assim como os donos de empresas em horários sem expediente.
  • mobilidade: o principal benefício. Com o aplicativo é possível monitorar o eletrificador de qualquer lugar. Se for necessário armar ou desarmar os sensores, é possível fazer este processo pelo celular, sem necessidade de deslocamento.

Aproveite os benefícios do eletrificador para cerca elétrica controlado remotamente para deixar ambientes mais seguros e o seu monitoramento facilitado.

A JFL oferece modelos inovadores, como o eletrificador ECR-18 Plus. Conheça o produto, tire suas dúvidas e invista na sua segurança.

 

 

 

 

Saiba como funciona o nobreak em sistemas de segurança

Todos os sistemas de segurança eletrônica precisam de energia elétrica para o funcionamento adequado. Por esse motivo, quando acontecem problemas na rede de eletricidade, os equipamentos de proteção podem ser desativados.

Para evitar que ambientes fiquem vulneráveis em momentos de queda de energia é recomendada a utilização de nobreaks.

Siga a leitura do post e confira como funciona o nobreak em sistemas de segurança. Conheça os conceitos básicos e a importância do aparelho para manter sua casa e empresa protegidas.

O que é nobreak?

O nobreak é o aparelho que tem como principal função regular e fornecer energia quando a rede elétrica não está disponível. Também é conhecido como UPS (uninterruptable power system) ou sistema ininterrupto de potência.

Como funciona o nobreak?

A principal função do nobreak é controlar a eletricidade que é enviada para os equipamentos que estão conectados nele. Moderar a energia evita que eletrônicos sofram danos durante a falta ou variação de luz.

Além de regular, é o nobreak que cede energia para manter sistemas e dispositivos ligados diante de panes na rede de eletricidade.

Quem trabalha na área de tecnologia da informação tem mais aproximação com o termo por ser utilizado com frequência em sistemas corporativos — essenciais para o negócio —  para manter o funcionamento deles.

Os nobreaks são classificados conforme a potência que a bateria interna dispõe. A potência e o número de equipamentos ligados interfere no tempo e no desempenho do aparelho.

Em casos mais pontuais, outros dispositivos são utilizados para auxiliar no controle da energia elétrica, como o filtro de linha e estabilizador.

O filtro de linha — conhecido como régua — controla a corrente que é conduzida para os aparelhos conectados nele. Já o estabilizador, assim como o próprio nome indica, estabiliza a energia e equipara a que entra no aparelho com a que sai.

É importante destacar que a utilização das duas opções apresentadas não suprime a instalação do nobreak. Ainda, nenhuma delas tem a função de seguir fornecendo energia.

Preciso de um nobreak para o sistema de segurança?

Sim! Em ambientes que são monitorados ou precisam continuar seguros mesmo em momentos sem energia, a utilização de um nobreak é essencial.

Além de regular, o aparelho mantém por meio da baterias internas os equipamentos de segurança eletrônica acionados e garante o funcionamento de alarmes, câmeras ou cercas elétricas por um determinado tempo.

Um ponto muito importante e que deve ser considerado para escolher o nobreak ideal é a potência máxima de saída do aparelho. É preciso saber qual a capacidade que o sistema de segurança demanda para optar pelo modelo correto.

Depois de escolher o nobreak, o que mais preciso saber?

Existem duas dicas apropriadas para quem tem interesse em adquirir um nobreak para o sistema de segurança da sua casa ou empresa.

A primeira delas é recorrer a profissionais qualificados para auxiliar na escolha do dispositivo mais indicado. Questões como potencial, modelo, local de instalação devem ser avaliadas de forma criteriosa para evitar inconvenientes.

Além da contratação do profissional, a outra dica é sobre a bateria do nobreak, que deve ser trocada conforme a recomendação do fabricante.

Interessante saber como funciona o nobreak, não é mesmo? Se você está interessado(a) em conhecer outros dicas e ter mais informações para manter sua casa ou empresa segura não pare por aqui.

Nas redes sociais da JFL você tem acesso a muitos outros conteúdos sobre segurança eletrônica, tanto para sua residência, quanto para empresas. Siga o perfil no Facebook e acompanhe.

 

Confira 5 dicas valiosas para montar sistemas de segurança

Para montar um sistema de monitoramento eletrônico em residências ou empresas é fundamental ter um planejamento.

Antes de instalar é importante organizar todas as etapas para que a escolha dos dispositivos e fornecedores seja certeira e eficiente.

Se você quer montar um sistema de segurança não deixe de ler as dicas a seguir. São 5 passos que farão a diferença na hora da instalação. Confira.

Fazer diagnóstico

O primeiro passo para montar um sistema de segurança é fazer um diagnóstico.

Para isso, é preciso considerar o tamanho do ambiente, a iluminação, a localização e o comportamento das pessoas que frequentam o local.

Contar com profissionais especializados para fazer esse levantamento é a melhor opção. Assim, as informações serão coletadas e direcionadas para as soluções mais adequadas.

Mapear os riscos

Não basta considerar apenas os locais de acesso para montar o monitoramento eletrônico.

Para que o sistema não seja exposto a falhas é preciso identificar riscos.

Desta forma, todos os ambientes do local que será monitorado devem ser verificados e avaliados.

Janelas pequenas e sem grades, muros baixos e espaços abertos são alguns exemplos de situações que podem expor a segurança de casas, prédios e condomínios se não forem mapeadas.

Planejar a operação

Após o diagnóstico e o mapeamento de riscos, a etapa de planejamento da operação é a próxima a ser executada.

Solicitar orçamentos, consultar fornecedores e verificar a certificação de qualidade dos equipamentos fazem parte dessa fase.

Para a contratação de serviços é ideal alinhar com empresas especializadas a manutenção dos dispositivos, a capacidade técnica para instalação e a integração com ferramentas e softwares.

Treinar a equipe

Os profissionais que trabalham em portarias e na segurança de empresas e condomínios precisam passar por um treinamento sobre técnicas que colaboram para manter o local seguro.

Sempre é válido ressaltar que montar o sistema de segurança é importante, mas o comportamento e as atitudes de quem monitora e circula no ambiente é primordial para a proteção.

Não esquecer dos organizadores

A instalação dos equipamentos de segurança demanda a compra de acessórios, cabeamentos e recursos para organizar o sistema de proteção.

Identificar os cabos e conectores é importante para manter a ordem e para facilitar a manutenção dos equipamentos.

Evitar a exposição de fios também é uma prática que previne a desconexão dos equipamentos e acidentes.

Buscar orientação profissional

Para que todas as dicas e etapas apresentadas até aqui sejam feitas de forma adequada e bem-sucedidas, a orientação de profissionais qualificados no mercado é a base de tudo, e é a dica extra deste post.

Seja para a escolha dos equipamentos, para o treinamento da equipe ou para a manutenção do sistema de segurança, a orientação profissional é essencial.

Por isso, encontrar fornecedores com boas referências, experientes e dispostos a solucionar problemas para manter ambientes protegidos é um diferencial.

Se você já conhece a JFL, aproveite e confira também as premiações conquistadas pela empresa especializada em segurança eletrônica.

Descubra as funções do videoporteiro e potencialize sua segurança

A segurança eletrônica é um setor que desenvolve tecnologias para aumentar a proteção de pessoas e ambientes constantemente.

Com isso, além de novos produtos, recursos são adicionados aos equipamentos existentes no mercado de sistemas de segurança.

Para ter o uso otimizado de equipamentos para a proteção residencial ou empresarial é preciso conhecer as novidades e funções disponíveis.

Neste post, você vai descobrir recursos pouco conhecidos ou utilizados do videoporteiro. Acompanhe e fique sabendo como tirar melhor proveito de cada um deles.

Conexão de mais câmeras

Muitas pessoas não sabem que existem modelos de videoporteiros que permitem conectar mais de uma câmera no sistema.

A conexão de câmeras auxiliares permite a captação de imagens em diferentes pontos do local e reforça a proteção do ambiente.

Para a vigilância com mais de uma câmera, o monitor do videoporteiro exibe as imagens captadas de forma alternada e sequencial, facilitando assim o monitoramento.

Além de potencializar a segurança, contar com um número maior de câmeras evita que — caso a lente da câmera principal tenha problemas — o ambiente fique desassistido.

Registro automático

Alguns videoporteiros possuem a função de registrar fotos e gravar vídeos automaticamente.

Esse recurso é indicado para situações quando moradores não estão em casa ou momentos em que empresas estão em turnos sem expediente ou fechadas.

O registro é programado para ser feito no instante que a campainha é pressionada. Assim que o visitante aciona o botão, a câmera registra por meio de foto ou vídeo quem está tentando contato.

É importante ressaltar que o recurso deve ser habilitado previamente para ser acionado. A funcionalidade deve ser programada no equipamento para que seja feito o registro no momento certo.

Pontos de extensão

Assim como os equipamentos de interfone, o videoporteiro também possibilita a instalação de pontos de extensão.

No caso de ser necessário que o monitoramento em portarias de empresas, condomínios e entrada de residências seja feito de diferentes ambientes é possível instalar dispositivos que replicam as imagens.

Existem aparelhos de extensão que contam com funcionalidades como o armazenamento de fotos e vídeos independentes da unidade principal, assim como viva voz.

Intercom

Falando em extensão, você sabia que é possível fazer chamadas internas com o equipamento de videoporteiro?

Quando a instalação do sistema de segurança conta com outros pontos, a comunicação entre eles facilita o monitoramento do ambiente.

Além disso, a função Intercom colabora com a interação entre as pessoas responsáveis pelo controle de acesso em um determinado local, seja em casa ou em empresas.

Não perturbe

A função “não perturbe” é indicada para situações em que o morador não quer ser incomodado.

Seja para descansar, evitar visitas ou qualquer tipo de interferência, a modalidade — quando habilitada — inibe o som da campainha.

Assim, quando a tecla da campainha é acionada, não emite som no dispositivo instalado internamente e nem no que está na área externa.

A função pode ser acionada a qualquer momento. Quando desativada, a campainha é acionada normalmente.

Se você tem videoporteiro na sua casa ou empresa, não deixe de aproveitar as funções disponibilizadas nos equipamentos.

Alguns consumidores desconhecem as facilidades dos sistemas eletrônicos e deixam de potencializar a segurança de ambientes protegidos. Ficou interessado em conhecer mais funções dos dispositivos de segurança?

Então, não deixe ler o artigo “você está usando todos os recursos dos seus produtos tecnológicos?”, e saiba mais.

 

Sistemas de segurança: saiba quando utilizar interfonia residencial e central de comunicação

Para escolher o sistema de segurança mais apropriado para residências, condomínios ou empresas é preciso conhecer as características dos equipamentos e identificar a necessidade do local.

Dependendo do ambiente, existem dispositivos que são mais apropriados para serem instalados que outros.

A interfonia residencial e a central de comunicação são duas opções de segurança eletrônica que devem ser utilizadas em situações distintas para manter a proteção de lugares e pessoas. Confira.

Interfonia residencial

O sistema de interfones residenciais funciona como um telefone para identificar previamente visitantes e autorizar a entrada.

É um equipamento indicado para residências mas também pode ser utilizado em condomínios e em empresas.

Para facilitar a comunicação com quem quer entrar, a interfonia residencial é instalada em casos nos quais o acesso de entrada é distante do local. Casas com quintais e jardins na frente, sem visibilidade e com distanciamento da entrada são exemplos de lugares recomendados para a instalação.

Em empresas, a interfonia serve como barreira para controlar o acesso de funcionários e visitantes. Com a identificação de quem entra é possível inibir assaltos e tomar atitudes preventivas em situações suspeitas.

Basicamente, o sistema de interfonia  conta com um painel externo instalado na entrada do local conectado a um telefone fixado na parte interna do imóvel. A comunicação é feita por áudio.

Os modelos de equipamentos de interfonia possuem tecnologias diferentes. Alguns contam com acionamentos em touch sense, o que evita problemas de desgaste, travamentos e teclas quebradas.

Ainda, podem contar com sensor de abertura para identificar quando o portão permanece aberto por esquecimento ou propositalmente.

É válido ressaltar que esse tipo de equipamento não permite outros ramais para comunicação. Porém, tem a opção de serem instaladas extensões para aumentar os pontos de atendimento quando o interfone é acionado.

Central de comunicação

Diferente dos interfones residenciais, as centrais de comunicação são sistemas de segurança que possibilitam a conexão com outros ramais.

É uma solução indicada para prédios e condomínios que necessitem de comunicação pontual com diferentes ambientes, como apartamentos e salas comerciais.

A tecnologia utilizada nas centrais de comunicação permite também a intercomunicação de moradores e condôminos, sendo possível interfonar diretamente para cada apartamento ou sala.

O número de ramais que o equipamento suporta varia conforme o modelo. Como exemplo, para locais de médio porte existem modelos com 17 ramais disponíveis. Já para grandes empreendimentos, exemplares com mais de 140 pontos são os procurados.

Para a instalação e monitoramento das centrais de comunicação é importante optar por fornecedores que contam com softwares específicos para a funcionalidade e que tenham bom desempenho.

Pelo software é possível acessar funções importantes, como fazer a programação de ramais flexíveis, permissões e senhas.

Manter ambientes protegidos deve ser prioridade para quem faz a gestão de condomínios e empresas, assim como para moradores residenciais.

Os interfones residenciais e as centrais de comunicação são exemplos de sistemas eficientes e que facilitam o dia a dia de moradores e funcionários.

Para não ter dúvidas na hora de contratar o sistema de segurança mais apropriado, consulte uma empresa especializada, tire suas dúvidas e instale os equipamentos mais adequados.

Saiba como funcionam as zonas para Central de Alarme

Para escolher o sistema de segurança mais adequado para sua casa é fundamental ter um pouco de conhecimento sobre os equipamentos utilizados e as suas principais funções. Por exemplo, você sabe o que são as zonas para central de alarme? E a importância delas para manter locais protegidos?
Se você tem interesse em descobrir as respostas dessas questões e entender mais sobre os dispositivos de segurança eletrônica, siga com a leitura deste post.

O que são zonas para central de alarme?

Pesquisar informações e referências é o primeiro passo para entender o funcionamento dos sistemas de segurança. E as funcionalidades deles também, como é o caso das zonas em uma central de alarme.
A zona é o setor a ser protegido pelo sensor. Por sua vez podem ser interligados um ou mais sensores em uma unica zona. As centrais de alarme, dispõem de um número variado de zonas – conforme a capacidade do equipamento.

Como funcionam as zonas para centrais de alarme?

As zonas são áreas protegidas pelos sensores. Uma sala que conta com 2 sensores de presença para que sejam acionados em caso de invasão, pode contar como uma zona.
Elas são identificadas por números na central de alarme.
Além disso, as zonas facilitam a administração do sistema de alarmes, pois permitem que seja habilitado ou desabilitado o disparo de determinadas áreas do mesmo local.
Ainda, a divisão por áreas colabora para o monitoramento, sendo possível identificar no display da central de alarme em qual zona aconteceu o disparo.

Dica extra: quanto mais zonas, melhor para a sua segurança!

Vale destacar que a definição das zonas facilita o monitoramento, reforça a segurança e flexibiliza o acionamento do sistema de alarme.
Desta forma, é possível perceber que quanto maior o número de zonas, de áreas divididas e monitoradas, mais seguro e eficiente será o sistema de segurança escolhido para manter sua casa protegida.
Por isso, a escolha da central de alarme que será instalada na sua residência ou empresa é essencial para que o local permaneça seguro, e para que comporte todas as zonas que você tenha interesse em proteger. E, atenção aos modelos de centrais de alarmes! Cada um deles tem uma determinada capacidade de zonas, sendo elas com ou sem fio.

Falando em central de alarmes, existem outras características que você deve verificar e considerar para escolher o modelo mais apropriado. Veja algumas delas.

  • Módulo GPRS integrado: existem modelos que fazem comunicação com o monitoramento ou usuario pelo sinal de celular;
  • Controle por aplicativo: pelo smartphone ou tablet, alguns equipamentos oferecem acessar a central via app.
  • particionamento real: com apenas uma central é possível operar separadamente zonas ou setores independentes;
  • Dispositivos sem fio: alguns tipos de central são compatíveis com dispositivos sem fio, como sensores de abertura;
  • Níveis de permissão: dependendo da tecnologia, é possível cadastrar usuários com níveis de permissão personalizados;
  • Programação prática: possibilidade de programar via cabo ou remotamente.

Agora que você já sabe o que são as zonas para central de alarmes e a importância delas para o sistema de segurança, aproveite para conhecer produtos que atendam as necessidades de segurança da sua casa.

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Sensor PET: proteção para casa e para seu animal de estimação

O crescimento pela procura de alarmes de segurança para a casa ou comércio é gradativo. Infelizmente, a instalação de dispositivos de segurança está se tornando fundamental para nos sentirmos mais protegidos.

Se você tem animal de estimação e acha impossível ter equipamentos de segurança que não detectem a presença dele, conheça os sensores com tecnologia PET.

Dentre os sistemas de alarmes que o mercado oferece, saiba que o sensor PET é um dos preferidos. Ficou curioso(a) para conhecer mais sobre ele? Acompanhe.

Como funciona o sensor PET?

Os sensores infravermelhos são importantes elementos para detectar invasão e intrusões em um determinado local. Eles não são sensores de movimento, e sim, de variação de temperatura.

Os equipamentos são chamados de infravermelhos passivos porque somente captam variações de irradiação de luz infravermelha (que representa variações de temperatura) no ambiente.

Todos os objetos emitem certa quantia de luz infravermelha. A emissão é diferente de humanos e de animais. Portanto, o sensor tem capacidade de distinguir a diferença de irradiação de luz infravermelha deles.

Uma mudança repentina no ambiente, como a entrada de uma pessoa — por exemplo —, altera a quantidade de luz e causa o disparo do alarme.

Qual a diferença entre os sensores infravermelhos PET x comum?

A grande diferença do sensor PET para o comum está na capacidade de distinguir as variações de temperatura entre humanos e animais de estimação.

Os sensores PET, basicamente, estão separados em duas categorias: para animais rasteiros até 20kg e até 30kg. Dentro dessas classificações, ainda é possível escolher sensores que trabalham com tecnologia com ou sem fio.

Quais são os principais benefícios do sensor PET?

Agora que você conhece como funciona o sensor PET e as características do modelo, veja também os principais benefícios do dispositivo.

  • Maior precisão para a segurança da sua casa;
  • cuidado com o seu animal de estimação;
  • utilização de tecnologias eficientes;
  • prevenção de disparos indesejados.

Que tal deixar sua casa mais segura e seu animalzinho mais protegido enquanto você está fora? Conheça o DSE – 830, o sensor PET digital com cobertura de 15m e ângulo de 90º exclusivo para áreas externas.

Entre em contato com a equipe da JFL, tire suas dúvidas e garanta a proteção dos seus maiores bens.

Descubra as vantagens do particionamento na central de alarmes

Alguns lugares precisam que cada um dos seus ambiente tenha sistema de segurança independentes, e o particionamento real é uma das soluções para quem quer operar diferentes dispositivos numa única central.

Galerias, complexos comerciais e casas com espaços separados — como salão de festas  —  são alguns desses lugares que costumam utilizar a funcionalidade.

Acompanhe neste post as principais vantagens do particionamento na central de alarmes e sugestão de produto que oferece o recurso.

O que é particionamento real?

Pense num espaço comercial com várias lojas. Cada uma delas tem um sistema de segurança. Com o particionamento é possível que a central de alarmes seja uma única para todos os estabelecimentos.

A função permite que a central seja dividida, mantendo os dispositivos e funções independentes das lojas.

Outros lugares, como residências com ambientes separados, também podem utilizar a funcionalidade para manter os sensores de alarmes ativados enquanto no restante da casa estão desativados.

Ainda, clubes recreativos e sociais que apresentam estruturas separadas, com diferentes sistemas de alarme, também podem ativar o particionamento na central.

Quais são as principais vantagens do particionamento na central de alarmes?

Monitoramento

O particionamento facilita o monitoramento da segurança, pois unifica num dispositivo a transmissão de dados com os sensores, de forma independente.

Centrais de alarmes que disponibilizam funções como acesso para monitoramento via celular potencializam o benefício.

Autonomia

Ao mesmo tempo que facilita o monitoramento, a função mantém a autonomia dos ambientes, no que se refere a segurança. Por mais que a central de alarmes seja a mesma, cada sistema pode ser acionado separadamente dos demais e conforme a necessidade.

Manutenção

Um ponto bem importante, principalmente para os profissionais responsáveis pela segurança, é a questão da manutenção. O particionamento facilita o suporte técnico, visto que a central de alarmes é um único dispositivo para um determinado número de ambientes.

Ainda, torna a estrutura de instalação reduzida, o que também colabora para a limpeza dos equipamentos e evita o excesso de aparelhos e acidentes com o cabeamento.

Quais são os produtos que oferecem particionamento?

Para que a função esteja disponível, procure por centrais de alarme que ofereçam particionamento real. Preste atenção na capacidade de zonas e usuários do equipamento.

Uma dica essencial é pesquisar quais os benefícios do produto além do particionamento, pois muitos deles fazem a diferença para manter a segurança e para otimizar o monitoramento.

Um exemplo é a central Active 32 DUO. O dispositivo oferece muitas outras vantagens, como a supervisão real, sistema sem fio e tecnologia duo.

Vale destacar ainda o Active Mobile, aplicativo para controlar a central de alarme pelo smartphone ou tablet. O app é mais um avanço tecnológico que agrega valor ao produto, além de estar alinhado às necessidades e utilização de quem consome.

Que tal saber o status da central, inibir zonas ou visualizá-las em planta baixa de qualquer lugar e em qualquer momento? Pelo aplicativo, você consegue!

E você, achou interessante contar com o particionamento na central de alarmes para facilitar o monitoramento de ambientes seguros?

Não esqueça que para isso é importante ter bons equipamentos. Conheça um pouco mais sobre o Active 32 DUO, tire suas dúvidas com a equipe da JFL e faça a melhor escolha.

Conheça os benefícios do eletrificador para cerca elétrica controlado remotamente

Hoje em dia é possível conectar via aplicativo o sistema de segurança da sua casa ou empresa com toda a facilidade que o acesso mobile proporciona, e para as cercas elétricas não é diferente.

Siga a leitura deste post e entenda quais são os principais benefícios de contar com um eletrificador para cerca monitorado por aplicativo. Acompanhe.

Como atua o eletrificador para cercas elétricas?

Para contextualizar os benefícios do acesso remoto e mobile, é preciso entender um pouco mais sobre como funcionam os eletrificadores.

O eletrificador é um dos componentes fundamentais para o sistema de cercas elétricas, que é composto — basicamente — por fio de choque, hastes de isolamento, sirene e placas de advertência, além do dispositivo.

Como funciona

 

O eletrificador para cerca emite uma corrente elétrica pelos fios que contornam o perímetro protegido. O equipamento gera pulsos de alta tensão em um determinado intervalo de tempo e voltagem.

Alguns equipamentos emitem pulsos a cada 4J com tensão de até 18.000V. Isso faz com que o contato com a cerca seja capaz de inibir ou interromper a ação de pessoas mal intencionadas e invasores.

Ainda, o equipamento possibilita a programação de disparo da zona das cercas elétricas de quatro maneiras. Veja abaixo quais são.

  • Imediata: disparo imediato;
  • inteligente: detecção em duas etapas para evitar disparos em falso;
  • temporizada: disparo após um tempo predeterminado, possibilitando o usuário desarmar o alarme antes do disparo;
  • temporizada inteligente: detecção em duas etapas e disparos após o tempo predeterminado.

A programação do eletrificador pode ser feita por aplicativo via smartphone ou tablet e por controle remoto. Com ele, é possível armar e desarmar o sistema de cerca elétrica a uma distância de até 100m (sem obstáculos). Ainda, é possível configurar para armar e desarmar a cerca elétrica e o setor de alarme ao mesmo tempo, ou em situações separadas.

Como é o aplicativo para acessar o eletrificador?

A principal função do app é controlar o eletrificador pelo smartphone ou tablet a qualquer momento. Com ele é possível armar e desarmar a proteção e verificar possíveis disparos.

O aplicativo Active Mobile, disponibilizado pela JFL, é um bom exemplo de programa que utiliza esta tecnologia para facilitar o monitoramento por parte dos usuários, e consequentemente, potencializa a segurança do local protegido.

É um software para dispositivos móveis de acesso e controle não só de eletrificadores, mas também de centrais de alarmes monitoráveis e câmeras JFL.

Conexão via nuvem

Vale ressaltar que existem modelos de eletrificadores com acesso mobile que contam com a conexão via nuvem, como é o caso dos equipamentos da JFL.

Este tipo de conexão possibilita uma configuração mais rápida dos dispositivos por leitura de qr code, evita a abertura de portas da rede, além de facilitar a interação entre eletrificadores e aplicativos.

Quais são os benefícios do eletrificador de cerca controlado por aplicativo?

Quem tem cercas elétricas instaladas em casa ou na empresa prioriza pela segurança do local inibindo possíveis invasões. E, com a utilização de apps, é possível otimizar o monitoramento para manter ambientes cada vez mais seguros e pessoas tranquilas.

Veja os principais benefícios do eletrificador com acesso remoto mobile.

  • Falsos alarmes: o aplicativo permite que, no caso de disparo do alarme, a situação seja conferida imediatamente e avaliada se é um acionamento acidental ou de invasão.
  • tranquilidade: por ter mais um recurso e de fácil acesso, a sensação de segurança dos usuários aumenta. Como exemplos, moradores ficam mais tranquilos ao viajar, assim como os donos de empresas em horários sem expediente.
  • mobilidade: o principal benefício. Com o aplicativo é possível monitorar o eletrificador de qualquer lugar. Se for necessário armar ou desarmar os sensores, é possível fazer este processo pelo celular, sem necessidade de deslocamento.

Aproveite os benefícios do eletrificador para cerca elétrica controlado remotamente para deixar ambientes mais seguros e o seu monitoramento facilitado.

A JFL oferece modelos inovadores, como o eletrificador ECR-18 Plus. Conheça o produto, tire suas dúvidas e invista na sua segurança.

 

 

 

 

Saiba como funciona o nobreak em sistemas de segurança

Todos os sistemas de segurança eletrônica precisam de energia elétrica para o funcionamento adequado. Por esse motivo, quando acontecem problemas na rede de eletricidade, os equipamentos de proteção podem ser desativados.

Para evitar que ambientes fiquem vulneráveis em momentos de queda de energia é recomendada a utilização de nobreaks.

Siga a leitura do post e confira como funciona o nobreak em sistemas de segurança. Conheça os conceitos básicos e a importância do aparelho para manter sua casa e empresa protegidas.

O que é nobreak?

O nobreak é o aparelho que tem como principal função regular e fornecer energia quando a rede elétrica não está disponível. Também é conhecido como UPS (uninterruptable power system) ou sistema ininterrupto de potência.

Como funciona o nobreak?

A principal função do nobreak é controlar a eletricidade que é enviada para os equipamentos que estão conectados nele. Moderar a energia evita que eletrônicos sofram danos durante a falta ou variação de luz.

Além de regular, é o nobreak que cede energia para manter sistemas e dispositivos ligados diante de panes na rede de eletricidade.

Quem trabalha na área de tecnologia da informação tem mais aproximação com o termo por ser utilizado com frequência em sistemas corporativos — essenciais para o negócio —  para manter o funcionamento deles.

Os nobreaks são classificados conforme a potência que a bateria interna dispõe. A potência e o número de equipamentos ligados interfere no tempo e no desempenho do aparelho.

Em casos mais pontuais, outros dispositivos são utilizados para auxiliar no controle da energia elétrica, como o filtro de linha e estabilizador.

O filtro de linha — conhecido como régua — controla a corrente que é conduzida para os aparelhos conectados nele. Já o estabilizador, assim como o próprio nome indica, estabiliza a energia e equipara a que entra no aparelho com a que sai.

É importante destacar que a utilização das duas opções apresentadas não suprime a instalação do nobreak. Ainda, nenhuma delas tem a função de seguir fornecendo energia.

Preciso de um nobreak para o sistema de segurança?

Sim! Em ambientes que são monitorados ou precisam continuar seguros mesmo em momentos sem energia, a utilização de um nobreak é essencial.

Além de regular, o aparelho mantém por meio da baterias internas os equipamentos de segurança eletrônica acionados e garante o funcionamento de alarmes, câmeras ou cercas elétricas por um determinado tempo.

Um ponto muito importante e que deve ser considerado para escolher o nobreak ideal é a potência máxima de saída do aparelho. É preciso saber qual a capacidade que o sistema de segurança demanda para optar pelo modelo correto.

Depois de escolher o nobreak, o que mais preciso saber?

Existem duas dicas apropriadas para quem tem interesse em adquirir um nobreak para o sistema de segurança da sua casa ou empresa.

A primeira delas é recorrer a profissionais qualificados para auxiliar na escolha do dispositivo mais indicado. Questões como potencial, modelo, local de instalação devem ser avaliadas de forma criteriosa para evitar inconvenientes.

Além da contratação do profissional, a outra dica é sobre a bateria do nobreak, que deve ser trocada conforme a recomendação do fabricante.

Interessante saber como funciona o nobreak, não é mesmo? Se você está interessado(a) em conhecer outros dicas e ter mais informações para manter sua casa ou empresa segura não pare por aqui.

Nas redes sociais da JFL você tem acesso a muitos outros conteúdos sobre segurança eletrônica, tanto para sua residência, quanto para empresas. Siga o perfil no Facebook e acompanhe.

 

Confira 5 dicas valiosas para montar sistemas de segurança

Para montar um sistema de monitoramento eletrônico em residências ou empresas é fundamental ter um planejamento.

Antes de instalar é importante organizar todas as etapas para que a escolha dos dispositivos e fornecedores seja certeira e eficiente.

Se você quer montar um sistema de segurança não deixe de ler as dicas a seguir. São 5 passos que farão a diferença na hora da instalação. Confira.

Fazer diagnóstico

O primeiro passo para montar um sistema de segurança é fazer um diagnóstico.

Para isso, é preciso considerar o tamanho do ambiente, a iluminação, a localização e o comportamento das pessoas que frequentam o local.

Contar com profissionais especializados para fazer esse levantamento é a melhor opção. Assim, as informações serão coletadas e direcionadas para as soluções mais adequadas.

Mapear os riscos

Não basta considerar apenas os locais de acesso para montar o monitoramento eletrônico.

Para que o sistema não seja exposto a falhas é preciso identificar riscos.

Desta forma, todos os ambientes do local que será monitorado devem ser verificados e avaliados.

Janelas pequenas e sem grades, muros baixos e espaços abertos são alguns exemplos de situações que podem expor a segurança de casas, prédios e condomínios se não forem mapeadas.

Planejar a operação

Após o diagnóstico e o mapeamento de riscos, a etapa de planejamento da operação é a próxima a ser executada.

Solicitar orçamentos, consultar fornecedores e verificar a certificação de qualidade dos equipamentos fazem parte dessa fase.

Para a contratação de serviços é ideal alinhar com empresas especializadas a manutenção dos dispositivos, a capacidade técnica para instalação e a integração com ferramentas e softwares.

Treinar a equipe

Os profissionais que trabalham em portarias e na segurança de empresas e condomínios precisam passar por um treinamento sobre técnicas que colaboram para manter o local seguro.

Sempre é válido ressaltar que montar o sistema de segurança é importante, mas o comportamento e as atitudes de quem monitora e circula no ambiente é primordial para a proteção.

Não esquecer dos organizadores

A instalação dos equipamentos de segurança demanda a compra de acessórios, cabeamentos e recursos para organizar o sistema de proteção.

Identificar os cabos e conectores é importante para manter a ordem e para facilitar a manutenção dos equipamentos.

Evitar a exposição de fios também é uma prática que previne a desconexão dos equipamentos e acidentes.

Buscar orientação profissional

Para que todas as dicas e etapas apresentadas até aqui sejam feitas de forma adequada e bem-sucedidas, a orientação de profissionais qualificados no mercado é a base de tudo, e é a dica extra deste post.

Seja para a escolha dos equipamentos, para o treinamento da equipe ou para a manutenção do sistema de segurança, a orientação profissional é essencial.

Por isso, encontrar fornecedores com boas referências, experientes e dispostos a solucionar problemas para manter ambientes protegidos é um diferencial.

Se você já conhece a JFL, aproveite e confira também as premiações conquistadas pela empresa especializada em segurança eletrônica.

Descubra as funções do videoporteiro e potencialize sua segurança

A segurança eletrônica é um setor que desenvolve tecnologias para aumentar a proteção de pessoas e ambientes constantemente.

Com isso, além de novos produtos, recursos são adicionados aos equipamentos existentes no mercado de sistemas de segurança.

Para ter o uso otimizado de equipamentos para a proteção residencial ou empresarial é preciso conhecer as novidades e funções disponíveis.

Neste post, você vai descobrir recursos pouco conhecidos ou utilizados do videoporteiro. Acompanhe e fique sabendo como tirar melhor proveito de cada um deles.

Conexão de mais câmeras

Muitas pessoas não sabem que existem modelos de videoporteiros que permitem conectar mais de uma câmera no sistema.

A conexão de câmeras auxiliares permite a captação de imagens em diferentes pontos do local e reforça a proteção do ambiente.

Para a vigilância com mais de uma câmera, o monitor do videoporteiro exibe as imagens captadas de forma alternada e sequencial, facilitando assim o monitoramento.

Além de potencializar a segurança, contar com um número maior de câmeras evita que — caso a lente da câmera principal tenha problemas — o ambiente fique desassistido.

Registro automático

Alguns videoporteiros possuem a função de registrar fotos e gravar vídeos automaticamente.

Esse recurso é indicado para situações quando moradores não estão em casa ou momentos em que empresas estão em turnos sem expediente ou fechadas.

O registro é programado para ser feito no instante que a campainha é pressionada. Assim que o visitante aciona o botão, a câmera registra por meio de foto ou vídeo quem está tentando contato.

É importante ressaltar que o recurso deve ser habilitado previamente para ser acionado. A funcionalidade deve ser programada no equipamento para que seja feito o registro no momento certo.

Pontos de extensão

Assim como os equipamentos de interfone, o videoporteiro também possibilita a instalação de pontos de extensão.

No caso de ser necessário que o monitoramento em portarias de empresas, condomínios e entrada de residências seja feito de diferentes ambientes é possível instalar dispositivos que replicam as imagens.

Existem aparelhos de extensão que contam com funcionalidades como o armazenamento de fotos e vídeos independentes da unidade principal, assim como viva voz.

Intercom

Falando em extensão, você sabia que é possível fazer chamadas internas com o equipamento de videoporteiro?

Quando a instalação do sistema de segurança conta com outros pontos, a comunicação entre eles facilita o monitoramento do ambiente.

Além disso, a função Intercom colabora com a interação entre as pessoas responsáveis pelo controle de acesso em um determinado local, seja em casa ou em empresas.

Não perturbe

A função “não perturbe” é indicada para situações em que o morador não quer ser incomodado.

Seja para descansar, evitar visitas ou qualquer tipo de interferência, a modalidade — quando habilitada — inibe o som da campainha.

Assim, quando a tecla da campainha é acionada, não emite som no dispositivo instalado internamente e nem no que está na área externa.

A função pode ser acionada a qualquer momento. Quando desativada, a campainha é acionada normalmente.

Se você tem videoporteiro na sua casa ou empresa, não deixe de aproveitar as funções disponibilizadas nos equipamentos.

Alguns consumidores desconhecem as facilidades dos sistemas eletrônicos e deixam de potencializar a segurança de ambientes protegidos. Ficou interessado em conhecer mais funções dos dispositivos de segurança?

Então, não deixe ler o artigo “você está usando todos os recursos dos seus produtos tecnológicos?”, e saiba mais.

 

Sistemas de segurança: saiba quando utilizar interfonia residencial e central de comunicação

Para escolher o sistema de segurança mais apropriado para residências, condomínios ou empresas é preciso conhecer as características dos equipamentos e identificar a necessidade do local.

Dependendo do ambiente, existem dispositivos que são mais apropriados para serem instalados que outros.

A interfonia residencial e a central de comunicação são duas opções de segurança eletrônica que devem ser utilizadas em situações distintas para manter a proteção de lugares e pessoas. Confira.

Interfonia residencial

O sistema de interfones residenciais funciona como um telefone para identificar previamente visitantes e autorizar a entrada.

É um equipamento indicado para residências mas também pode ser utilizado em condomínios e em empresas.

Para facilitar a comunicação com quem quer entrar, a interfonia residencial é instalada em casos nos quais o acesso de entrada é distante do local. Casas com quintais e jardins na frente, sem visibilidade e com distanciamento da entrada são exemplos de lugares recomendados para a instalação.

Em empresas, a interfonia serve como barreira para controlar o acesso de funcionários e visitantes. Com a identificação de quem entra é possível inibir assaltos e tomar atitudes preventivas em situações suspeitas.

Basicamente, o sistema de interfonia  conta com um painel externo instalado na entrada do local conectado a um telefone fixado na parte interna do imóvel. A comunicação é feita por áudio.

Os modelos de equipamentos de interfonia possuem tecnologias diferentes. Alguns contam com acionamentos em touch sense, o que evita problemas de desgaste, travamentos e teclas quebradas.

Ainda, podem contar com sensor de abertura para identificar quando o portão permanece aberto por esquecimento ou propositalmente.

É válido ressaltar que esse tipo de equipamento não permite outros ramais para comunicação. Porém, tem a opção de serem instaladas extensões para aumentar os pontos de atendimento quando o interfone é acionado.

Central de comunicação

Diferente dos interfones residenciais, as centrais de comunicação são sistemas de segurança que possibilitam a conexão com outros ramais.

É uma solução indicada para prédios e condomínios que necessitem de comunicação pontual com diferentes ambientes, como apartamentos e salas comerciais.

A tecnologia utilizada nas centrais de comunicação permite também a intercomunicação de moradores e condôminos, sendo possível interfonar diretamente para cada apartamento ou sala.

O número de ramais que o equipamento suporta varia conforme o modelo. Como exemplo, para locais de médio porte existem modelos com 17 ramais disponíveis. Já para grandes empreendimentos, exemplares com mais de 140 pontos são os procurados.

Para a instalação e monitoramento das centrais de comunicação é importante optar por fornecedores que contam com softwares específicos para a funcionalidade e que tenham bom desempenho.

Pelo software é possível acessar funções importantes, como fazer a programação de ramais flexíveis, permissões e senhas.

Manter ambientes protegidos deve ser prioridade para quem faz a gestão de condomínios e empresas, assim como para moradores residenciais.

Os interfones residenciais e as centrais de comunicação são exemplos de sistemas eficientes e que facilitam o dia a dia de moradores e funcionários.

Para não ter dúvidas na hora de contratar o sistema de segurança mais apropriado, consulte uma empresa especializada, tire suas dúvidas e instale os equipamentos mais adequados.