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Cercas elétricas: legislação e normas importantes

Para quem acompanha este blog já sabe que cercas elétricas são utilizadas frequentemente em casas, empresas e propriedades rurais, e que conta com eletrificadores que emitem uma corrente elétrica pelos fios que contornam o perímetro protegido.

Porém, é importante ficar atento para outra questão das cercas elétricas: legislação e normas importantes para a instalação!

Se você pretende instalar este tipo de dispositivo de segurança, fique atento! Conheça um pouco mais sobre as orientações e cuidados necessários para que nenhum problema aconteça.

Legislação brasileira para instalação de cercas elétricas

Desde o ano de 2008 está em vigor no Brasil uma norma técnica pronunciada pela ABNT — Associação Brasileira de Normas Técnicas — que trata da segurança de eletrificadores de cerca.

Ainda no mesmo ano, uma lei (n° 3.080) que traz outras orientações importantes para que as cercas elétricas sejam instaladas com segurança foi sancionada e atualizada em 2017.

Acompanhe abaixo os principais pontos e considerações apontadas na legislação:

  • a lei estabelece os cuidados e procedimentos que devem ser observados pelo proprietário ou morador de imóvel, localizado em zona urbana e rural, que possua ou venha a instalar cerca eletrificada ou energizada;
  • os serviços, a implantação e manutenção da cerca eletrificada deverão ser realizados por empresa ou profissional legalmente habilitado;
  • o primeiro fio eletrificado deverá estar a uma altura compatível com a finalidade da cerca eletrificada, sendo que em áreas urbanas deverá ser observada uma altura mínima de dois metros e dez centímetros entre o primeiro fio eletrificado e o piso externo à cerca;
  • o equipamento instalado para energizar a cerca deverá prover choque pulsativo em corrente contínua, com amperagem que não seja mortal;
  • os limites máximos do aparelho devem ser: tensão: 11.000 V. (onze mil Volts); corrente: 5 mA (cinco miliampéres); duração do pulso: 10 mseg. (dez milisegundos);
  • fixação na cerca eletrificada, em lugar visível, com placas de aviso que alertem sobre o perigo iminente de choque e que contenham símbolos que possibilitem a sua compreensão por todas as pessoas;
  • a manutenção das instalações deverá ser realizada em intervalo de tempo não superior a doze meses;
  • Atenção com a proximidade de estruturas de gás: é vedada a instalação de cercas eletrificadas a menos de três metros de recipientes de gás liquefeito de petróleo;
  • As placas de aviso devem ser visíveis em ambos os lados da cerca elétrica, no mínimo, a cada quatro metros de distância, quando a cerca eletrificada se encontrar ao lado de via pública, e a cada dez metros, nas demais hipóteses;
  • Ainda sobre as placas, elas devem ter dimensões mínimas de quinze centímetros de altura por trinta centímetros de largura;

Vale ressaltar que além da legislação apresentada, existem algumas normas que são de âmbito municipal. Sempre consulte as leis da sua cidade para não deixar qualquer orientação de lado.

Cercas elétricas: legislação prevê multa para inconformidades

Atenção! Para quem não cumpre com as exigências de segurança determinadas pelas normas da ABNT e pela lei federal fica propenso a penalidades. No caso de descumprimento, o proprietário do imóvel ou da área protegida pode ser penalizado com multa de dez mil reais.

Em casos nos quais existe a reincidência, a multa é aplicada em dobro, somando vinte mil reais como forma de advertência ao dono da casa, empresa ou propriedade rural.

Se você tem interesse em contar com este tipo de dispositivo de segurança anote os cuidados para instalar corretamente cercas elétricas: legislação respeitada, profissionais qualificados e aparelhos adequados.

Aproveite que você está interessado pelo assunto e siga a leitura aqui no blog com o post “Conheça os benefícios do eletrificador para cerca elétrica controlado remotamente”.

 

 

 

RLG Automatizadores: o motor para portão ideal para sua casa ou empresa

O conforto e a segurança de residências são dois fatores potencializados com a utilização de equipamentos como o motor para portão.

Chegar em casa sem a necessidade de sair do carro para abrir o portão é uma solução que, diante da criminalidade dos dias atuais e da rotina intensa de atividades diárias, aumenta a segurança e agiliza o acesso de quem mora no local.

Porém, não é qualquer modelo de motor que atenda todas as expectativas. Os motores da marca RLG Automatizadores saem na frente quando o assunto é tecnologia e praticidade.

Acompanhe neste post os principais motivos para investir em um motor desta marca.

RLG Automatizadores

A empresa atua há mais de duas décadas no segmento de automação de portões residenciais e industriais. Com amplas e modernas instalações, tem o foco em produtos robustos e de alta qualidade, o que proporciona segurança aos consumidores.

A RLG disponibiliza assistência técnica especializada e, em 2017, foi adquirida pela JFL Alarmes. Com isso, aumentou sua atuação e respaldo no mercado de segurança eletrônica.

Modelos RLG de motor para portão

A RLG Automatizadores trabalha com 3 tipos de motores que variam conforme o modelo e estrutura do portão. Ainda, tem 2 anos de garantia, alta durabilidade e conta com a expertise da JFL Alarmes para produzir a placa de comando. Veja abaixo os modelos:

1. Basculante

Modelo com abertura e movimentação para cima. É fundamental que o motor para portão basculante seja resistente e potente.

A RLG disponibiliza modelos residenciais e industriais que suportam portões de 500 kg a 2000 kg, e também a versão residencial speed onde o tempo de abertura/fechamento é de apenas 6 segundos*.

2. Deslizante

Com abertura para a lateral, o motor para esse portão não tem necessidade de ser tão potente quanto o modelo anterior. Os modelos para uso residencial costumam suportar até 350kg, enquanto os industriais até 2.000kg.

É importante que o modelo de motor deslizante seja resistente às questões climáticas para evitar que enferrujem, como chuva e maresia.

Uma vantagem que precisa ser ressaltada é que na versão residencial speed, o motor apresenta abertura/fechamento em 3,5 segundos*.

3. Pivotante

A abertura deste modelo é feita do centro para fora ou para dentro do local no qual está instalado.

Por ter a abertura mais diferenciada, o motor para portão pivotante é um dos mais complexos, precisa ser resistente e muito bem instalado para evite travamentos em contato com o solo.

Dica extra para escolher o motor para portão ideal!

Sempre consulte profissionais qualificados para fazer a escolha do motor mais adequado para o seu portão. Uma dica importante é ficar atento ao peso que o motor consegue operar. Sempre leve isso em consideração para decidir na hora de comprar e instalar o equipamento.

Que tal aproveitar as informações deste post e instalar um motor para portão na sua casa ou empresa?

Não esqueça que a instalação proporciona agilidade para acessar dependências, segurança para moradores e conforto.

Conheça os detalhes de cada modelo da RLG Automatizadores, escolha o mais apropriado para você e mantenha sua tranquilidade ao chegar em casa.

Entenda a importância do detector de fumaça

Ter um sistema de alerta para prevenir acidentes é uma medida importante. Não se engane em pensar que dispositivos, como o detector de fumaça, não são necessários em casa ou na sua empresa. Esse tipo de equipamento é capaz de prevenir incêndios de forma rápida, acionado por pequenas concentrações de fumaça.

Que tal saber um pouco mais sobre isso? Neste post, você vai ficar por dentro da importância de ter detectores de fumaça instalados nos mais diversos ambientes. Confira!

Quais são os principais benefícios do detector de fumaça?

Os detectores de fumaça são fundamentais para identificar acidentes com fogo ou situações de incêndio. O acionamento do alarme quando uma fumaça é identificada facilita para que as pessoas que estejam no local tomem providências. Ainda, existem modelos que tem a possibilidade de ativar sistemas de água para combater o fogo, de acordo com as orientações do corpo de bombeiros.

Outros benefícios fazem a diferença e colaboram para a eficiência do dispositivo. Veja alguns deles:

Instalação e design

Com a ajuda de um profissional, a instalação do aparelho é feita de forma rápida, fácil, e no lugar mais apropriado. Ainda, o detector conta com um design discreto e formato adequado para não interferir no ambiente. Geralmente, é instalado no teto.

Investimento

O detector de fumaça é um dispositivo que faz parte de todo um sistema de detecção e alarme de incêndio. O valor de um sistema tem muitas variáveis: depende do tamanho do ambiente, quantidade de dispositivos, entre outras. É de extrema importância que o projeto seja feito por um profissional altamente capacitado.

Acionamento e prevenção

Um dos principais benefícios do detector de fumaça é a agilidade e rapidez do acionamento. Basta uma pequena concentração de fumaça para que o alarme seja acionado. Por isso, é um equipamento fundamental para a prevenção de incêndios.

Locais e situações

Não são apenas os locais públicos e banheiros de avião que precisam de detectores de fumaça. Qualquer local que necessite de cuidados para evitar acidentes com fogo podem contar com o dispositivo.

Cozinha e área de serviços são ambientes que, quando não têm ventilação adequada, podem acontecer acidentes com escapamentos de aquecedores ou fogão, o que são causas recorrentes. Da mesma forma, sala e quarto costumam ter objeto inflamáveis — como tapetes e cortinas — , e uma vela acesa pode provocar acidentes rapidamente.

Qual a importância do detector de fumaça?

As causas de incêndios — sejam elas em residências ou empresas — podem ser as mais variadas. Problemas na rede elétrica, escapamento de gás, cigarros mal apagados são algumas frequentes.

Ainda, existem situações de pessoas mais vulneráveis capazes de gerar ocorrências, como idosos que moram sozinhos, nas quais é comum acontecer esquecimentos do fogão aceso, por exemplo.

Por ter inúmeras possibilidades de causas e situações de incêndio, o detector de fumaça é importante para a prevenção e para alertar o perigo. A adequação do dispositivo deve ser feita conforme a necessidade do ambiente e das pessoas.

Se você identificou alguma situação de possível risco de incêndio ao ler este post, não espere: entre em contato com a JFL Alarmes e receba todas as informações para instalar o detector de fumaça mais adequado para o que você precisa.

E não esqueça que a prevenção é essencial para manter a segurança, seja de pessoas ou de locais.

 

 

 

 

 

Saiba como funcionam as zonas para Central de Alarme

Para escolher o sistema de segurança mais adequado para sua casa é fundamental ter um pouco de conhecimento sobre os equipamentos utilizados e as suas principais funções. Por exemplo, você sabe o que são as zonas para central de alarme? E a importância delas para manter locais protegidos?
Se você tem interesse em descobrir as respostas dessas questões e entender mais sobre os dispositivos de segurança eletrônica, siga com a leitura deste post.

O que são zonas para central de alarme?

Pesquisar informações e referências é o primeiro passo para entender o funcionamento dos sistemas de segurança. E as funcionalidades deles também, como é o caso das zonas em uma central de alarme.
A zona é o setor a ser protegido pelo sensor. Por sua vez podem ser interligados um ou mais sensores em uma unica zona. As centrais de alarme, dispõem de um número variado de zonas – conforme a capacidade do equipamento.

Como funcionam as zonas para centrais de alarme?

As zonas são áreas protegidas pelos sensores. Uma sala que conta com 2 sensores de presença para que sejam acionados em caso de invasão, pode contar como uma zona.
Elas são identificadas por números na central de alarme.
Além disso, as zonas facilitam a administração do sistema de alarmes, pois permitem que seja habilitado ou desabilitado o disparo de determinadas áreas do mesmo local.
Ainda, a divisão por áreas colabora para o monitoramento, sendo possível identificar no display da central de alarme em qual zona aconteceu o disparo.

Dica extra: quanto mais zonas, melhor para a sua segurança!

Vale destacar que a definição das zonas facilita o monitoramento, reforça a segurança e flexibiliza o acionamento do sistema de alarme.
Desta forma, é possível perceber que quanto maior o número de zonas, de áreas divididas e monitoradas, mais seguro e eficiente será o sistema de segurança escolhido para manter sua casa protegida.
Por isso, a escolha da central de alarme que será instalada na sua residência ou empresa é essencial para que o local permaneça seguro, e para que comporte todas as zonas que você tenha interesse em proteger. E, atenção aos modelos de centrais de alarmes! Cada um deles tem uma determinada capacidade de zonas, sendo elas com ou sem fio.

Falando em central de alarmes, existem outras características que você deve verificar e considerar para escolher o modelo mais apropriado. Veja algumas delas.

  • Módulo GPRS integrado: existem modelos que fazem comunicação com o monitoramento ou usuario pelo sinal de celular;
  • Controle por aplicativo: pelo smartphone ou tablet, alguns equipamentos oferecem acessar a central via app.
  • particionamento real: com apenas uma central é possível operar separadamente zonas ou setores independentes;
  • Dispositivos sem fio: alguns tipos de central são compatíveis com dispositivos sem fio, como sensores de abertura;
  • Níveis de permissão: dependendo da tecnologia, é possível cadastrar usuários com níveis de permissão personalizados;
  • Programação prática: possibilidade de programar via cabo ou remotamente.

Agora que você já sabe o que são as zonas para central de alarmes e a importância delas para o sistema de segurança, aproveite para conhecer produtos que atendam as necessidades de segurança da sua casa.

Entre em contato com a JFL e conheça a central Active 20 GPRS. O equipamento é monitorável com módulo GPRS integrado, além de outras funções que vão facilitar o seu controle e proteção no dia a dia.

Saiba como funciona o nobreak em sistemas de segurança

Todos os sistemas de segurança eletrônica precisam de energia elétrica para o funcionamento adequado. Por esse motivo, quando acontecem problemas na rede de eletricidade, os equipamentos de proteção podem ser desativados.

Para evitar que ambientes fiquem vulneráveis em momentos de queda de energia é recomendada a utilização de nobreaks.

Siga a leitura do post e confira como funciona o nobreak em sistemas de segurança. Conheça os conceitos básicos e a importância do aparelho para manter sua casa e empresa protegidas.

O que é nobreak?

O nobreak é o aparelho que tem como principal função regular e fornecer energia quando a rede elétrica não está disponível. Também é conhecido como UPS (uninterruptable power system) ou sistema ininterrupto de potência.

Como funciona o nobreak?

A principal função do nobreak é controlar a eletricidade que é enviada para os equipamentos que estão conectados nele. Moderar a energia evita que eletrônicos sofram danos durante a falta ou variação de luz.

Além de regular, é o nobreak que cede energia para manter sistemas e dispositivos ligados diante de panes na rede de eletricidade.

Quem trabalha na área de tecnologia da informação tem mais aproximação com o termo por ser utilizado com frequência em sistemas corporativos — essenciais para o negócio —  para manter o funcionamento deles.

Os nobreaks são classificados conforme a potência que a bateria interna dispõe. A potência e o número de equipamentos ligados interfere no tempo e no desempenho do aparelho.

Em casos mais pontuais, outros dispositivos são utilizados para auxiliar no controle da energia elétrica, como o filtro de linha e estabilizador.

O filtro de linha — conhecido como régua — controla a corrente que é conduzida para os aparelhos conectados nele. Já o estabilizador, assim como o próprio nome indica, estabiliza a energia e equipara a que entra no aparelho com a que sai.

É importante destacar que a utilização das duas opções apresentadas não suprime a instalação do nobreak. Ainda, nenhuma delas tem a função de seguir fornecendo energia.

Preciso de um nobreak para o sistema de segurança?

Sim! Em ambientes que são monitorados ou precisam continuar seguros mesmo em momentos sem energia, a utilização de um nobreak é essencial.

Além de regular, o aparelho mantém por meio da baterias internas os equipamentos de segurança eletrônica acionados e garante o funcionamento de alarmes, câmeras ou cercas elétricas por um determinado tempo.

Um ponto muito importante e que deve ser considerado para escolher o nobreak ideal é a potência máxima de saída do aparelho. É preciso saber qual a capacidade que o sistema de segurança demanda para optar pelo modelo correto.

Depois de escolher o nobreak, o que mais preciso saber?

Existem duas dicas apropriadas para quem tem interesse em adquirir um nobreak para o sistema de segurança da sua casa ou empresa.

A primeira delas é recorrer a profissionais qualificados para auxiliar na escolha do dispositivo mais indicado. Questões como potencial, modelo, local de instalação devem ser avaliadas de forma criteriosa para evitar inconvenientes.

Além da contratação do profissional, a outra dica é sobre a bateria do nobreak, que deve ser trocada conforme a recomendação do fabricante.

Interessante saber como funciona o nobreak, não é mesmo? Se você está interessado(a) em conhecer outros dicas e ter mais informações para manter sua casa ou empresa segura não pare por aqui.

Nas redes sociais da JFL você tem acesso a muitos outros conteúdos sobre segurança eletrônica, tanto para sua residência, quanto para empresas. Siga o perfil no Facebook e acompanhe.

 

Descubra as funções do videoporteiro e potencialize sua segurança

A segurança eletrônica é um setor que desenvolve tecnologias para aumentar a proteção de pessoas e ambientes constantemente.

Com isso, além de novos produtos, recursos são adicionados aos equipamentos existentes no mercado de sistemas de segurança.

Para ter o uso otimizado de equipamentos para a proteção residencial ou empresarial é preciso conhecer as novidades e funções disponíveis.

Neste post, você vai descobrir recursos pouco conhecidos ou utilizados do videoporteiro. Acompanhe e fique sabendo como tirar melhor proveito de cada um deles.

Conexão de mais câmeras

Muitas pessoas não sabem que existem modelos de videoporteiros que permitem conectar mais de uma câmera no sistema.

A conexão de câmeras auxiliares permite a captação de imagens em diferentes pontos do local e reforça a proteção do ambiente.

Para a vigilância com mais de uma câmera, o monitor do videoporteiro exibe as imagens captadas de forma alternada e sequencial, facilitando assim o monitoramento.

Além de potencializar a segurança, contar com um número maior de câmeras evita que — caso a lente da câmera principal tenha problemas — o ambiente fique desassistido.

Registro automático

Alguns videoporteiros possuem a função de registrar fotos e gravar vídeos automaticamente.

Esse recurso é indicado para situações quando moradores não estão em casa ou momentos em que empresas estão em turnos sem expediente ou fechadas.

O registro é programado para ser feito no instante que a campainha é pressionada. Assim que o visitante aciona o botão, a câmera registra por meio de foto ou vídeo quem está tentando contato.

É importante ressaltar que o recurso deve ser habilitado previamente para ser acionado. A funcionalidade deve ser programada no equipamento para que seja feito o registro no momento certo.

Pontos de extensão

Assim como os equipamentos de interfone, o videoporteiro também possibilita a instalação de pontos de extensão.

No caso de ser necessário que o monitoramento em portarias de empresas, condomínios e entrada de residências seja feito de diferentes ambientes é possível instalar dispositivos que replicam as imagens.

Existem aparelhos de extensão que contam com funcionalidades como o armazenamento de fotos e vídeos independentes da unidade principal, assim como viva voz.

Intercom

Falando em extensão, você sabia que é possível fazer chamadas internas com o equipamento de videoporteiro?

Quando a instalação do sistema de segurança conta com outros pontos, a comunicação entre eles facilita o monitoramento do ambiente.

Além disso, a função Intercom colabora com a interação entre as pessoas responsáveis pelo controle de acesso em um determinado local, seja em casa ou em empresas.

Não perturbe

A função “não perturbe” é indicada para situações em que o morador não quer ser incomodado.

Seja para descansar, evitar visitas ou qualquer tipo de interferência, a modalidade — quando habilitada — inibe o som da campainha.

Assim, quando a tecla da campainha é acionada, não emite som no dispositivo instalado internamente e nem no que está na área externa.

A função pode ser acionada a qualquer momento. Quando desativada, a campainha é acionada normalmente.

Se você tem videoporteiro na sua casa ou empresa, não deixe de aproveitar as funções disponibilizadas nos equipamentos.

Alguns consumidores desconhecem as facilidades dos sistemas eletrônicos e deixam de potencializar a segurança de ambientes protegidos. Ficou interessado em conhecer mais funções dos dispositivos de segurança?

Então, não deixe ler o artigo “você está usando todos os recursos dos seus produtos tecnológicos?”, e saiba mais.

 

Sistemas de segurança: saiba quando utilizar interfonia residencial e central de comunicação

Para escolher o sistema de segurança mais apropriado para residências, condomínios ou empresas é preciso conhecer as características dos equipamentos e identificar a necessidade do local.

Dependendo do ambiente, existem dispositivos que são mais apropriados para serem instalados que outros.

A interfonia residencial e a central de comunicação são duas opções de segurança eletrônica que devem ser utilizadas em situações distintas para manter a proteção de lugares e pessoas. Confira.

Interfonia residencial

O sistema de interfones residenciais funciona como um telefone para identificar previamente visitantes e autorizar a entrada.

É um equipamento indicado para residências mas também pode ser utilizado em condomínios e em empresas.

Para facilitar a comunicação com quem quer entrar, a interfonia residencial é instalada em casos nos quais o acesso de entrada é distante do local. Casas com quintais e jardins na frente, sem visibilidade e com distanciamento da entrada são exemplos de lugares recomendados para a instalação.

Em empresas, a interfonia serve como barreira para controlar o acesso de funcionários e visitantes. Com a identificação de quem entra é possível inibir assaltos e tomar atitudes preventivas em situações suspeitas.

Basicamente, o sistema de interfonia  conta com um painel externo instalado na entrada do local conectado a um telefone fixado na parte interna do imóvel. A comunicação é feita por áudio.

Os modelos de equipamentos de interfonia possuem tecnologias diferentes. Alguns contam com acionamentos em touch sense, o que evita problemas de desgaste, travamentos e teclas quebradas.

Ainda, podem contar com sensor de abertura para identificar quando o portão permanece aberto por esquecimento ou propositalmente.

É válido ressaltar que esse tipo de equipamento não permite outros ramais para comunicação. Porém, tem a opção de serem instaladas extensões para aumentar os pontos de atendimento quando o interfone é acionado.

Central de comunicação

Diferente dos interfones residenciais, as centrais de comunicação são sistemas de segurança que possibilitam a conexão com outros ramais.

É uma solução indicada para prédios e condomínios que necessitem de comunicação pontual com diferentes ambientes, como apartamentos e salas comerciais.

A tecnologia utilizada nas centrais de comunicação permite também a intercomunicação de moradores e condôminos, sendo possível interfonar diretamente para cada apartamento ou sala.

O número de ramais que o equipamento suporta varia conforme o modelo. Como exemplo, para locais de médio porte existem modelos com 17 ramais disponíveis. Já para grandes empreendimentos, exemplares com mais de 140 pontos são os procurados.

Para a instalação e monitoramento das centrais de comunicação é importante optar por fornecedores que contam com softwares específicos para a funcionalidade e que tenham bom desempenho.

Pelo software é possível acessar funções importantes, como fazer a programação de ramais flexíveis, permissões e senhas.

Manter ambientes protegidos deve ser prioridade para quem faz a gestão de condomínios e empresas, assim como para moradores residenciais.

Os interfones residenciais e as centrais de comunicação são exemplos de sistemas eficientes e que facilitam o dia a dia de moradores e funcionários.

Para não ter dúvidas na hora de contratar o sistema de segurança mais apropriado, consulte uma empresa especializada, tire suas dúvidas e instale os equipamentos mais adequados.

Cercas elétricas: legislação e normas importantes

Para quem acompanha este blog já sabe que cercas elétricas são utilizadas frequentemente em casas, empresas e propriedades rurais, e que conta com eletrificadores que emitem uma corrente elétrica pelos fios que contornam o perímetro protegido.

Porém, é importante ficar atento para outra questão das cercas elétricas: legislação e normas importantes para a instalação!

Se você pretende instalar este tipo de dispositivo de segurança, fique atento! Conheça um pouco mais sobre as orientações e cuidados necessários para que nenhum problema aconteça.

Legislação brasileira para instalação de cercas elétricas

Desde o ano de 2008 está em vigor no Brasil uma norma técnica pronunciada pela ABNT — Associação Brasileira de Normas Técnicas — que trata da segurança de eletrificadores de cerca.

Ainda no mesmo ano, uma lei (n° 3.080) que traz outras orientações importantes para que as cercas elétricas sejam instaladas com segurança foi sancionada e atualizada em 2017.

Acompanhe abaixo os principais pontos e considerações apontadas na legislação:

  • a lei estabelece os cuidados e procedimentos que devem ser observados pelo proprietário ou morador de imóvel, localizado em zona urbana e rural, que possua ou venha a instalar cerca eletrificada ou energizada;
  • os serviços, a implantação e manutenção da cerca eletrificada deverão ser realizados por empresa ou profissional legalmente habilitado;
  • o primeiro fio eletrificado deverá estar a uma altura compatível com a finalidade da cerca eletrificada, sendo que em áreas urbanas deverá ser observada uma altura mínima de dois metros e dez centímetros entre o primeiro fio eletrificado e o piso externo à cerca;
  • o equipamento instalado para energizar a cerca deverá prover choque pulsativo em corrente contínua, com amperagem que não seja mortal;
  • os limites máximos do aparelho devem ser: tensão: 11.000 V. (onze mil Volts); corrente: 5 mA (cinco miliampéres); duração do pulso: 10 mseg. (dez milisegundos);
  • fixação na cerca eletrificada, em lugar visível, com placas de aviso que alertem sobre o perigo iminente de choque e que contenham símbolos que possibilitem a sua compreensão por todas as pessoas;
  • a manutenção das instalações deverá ser realizada em intervalo de tempo não superior a doze meses;
  • Atenção com a proximidade de estruturas de gás: é vedada a instalação de cercas eletrificadas a menos de três metros de recipientes de gás liquefeito de petróleo;
  • As placas de aviso devem ser visíveis em ambos os lados da cerca elétrica, no mínimo, a cada quatro metros de distância, quando a cerca eletrificada se encontrar ao lado de via pública, e a cada dez metros, nas demais hipóteses;
  • Ainda sobre as placas, elas devem ter dimensões mínimas de quinze centímetros de altura por trinta centímetros de largura;

Vale ressaltar que além da legislação apresentada, existem algumas normas que são de âmbito municipal. Sempre consulte as leis da sua cidade para não deixar qualquer orientação de lado.

Cercas elétricas: legislação prevê multa para inconformidades

Atenção! Para quem não cumpre com as exigências de segurança determinadas pelas normas da ABNT e pela lei federal fica propenso a penalidades. No caso de descumprimento, o proprietário do imóvel ou da área protegida pode ser penalizado com multa de dez mil reais.

Em casos nos quais existe a reincidência, a multa é aplicada em dobro, somando vinte mil reais como forma de advertência ao dono da casa, empresa ou propriedade rural.

Se você tem interesse em contar com este tipo de dispositivo de segurança anote os cuidados para instalar corretamente cercas elétricas: legislação respeitada, profissionais qualificados e aparelhos adequados.

Aproveite que você está interessado pelo assunto e siga a leitura aqui no blog com o post “Conheça os benefícios do eletrificador para cerca elétrica controlado remotamente”.

 

 

 

RLG Automatizadores: o motor para portão ideal para sua casa ou empresa

O conforto e a segurança de residências são dois fatores potencializados com a utilização de equipamentos como o motor para portão.

Chegar em casa sem a necessidade de sair do carro para abrir o portão é uma solução que, diante da criminalidade dos dias atuais e da rotina intensa de atividades diárias, aumenta a segurança e agiliza o acesso de quem mora no local.

Porém, não é qualquer modelo de motor que atenda todas as expectativas. Os motores da marca RLG Automatizadores saem na frente quando o assunto é tecnologia e praticidade.

Acompanhe neste post os principais motivos para investir em um motor desta marca.

RLG Automatizadores

A empresa atua há mais de duas décadas no segmento de automação de portões residenciais e industriais. Com amplas e modernas instalações, tem o foco em produtos robustos e de alta qualidade, o que proporciona segurança aos consumidores.

A RLG disponibiliza assistência técnica especializada e, em 2017, foi adquirida pela JFL Alarmes. Com isso, aumentou sua atuação e respaldo no mercado de segurança eletrônica.

Modelos RLG de motor para portão

A RLG Automatizadores trabalha com 3 tipos de motores que variam conforme o modelo e estrutura do portão. Ainda, tem 2 anos de garantia, alta durabilidade e conta com a expertise da JFL Alarmes para produzir a placa de comando. Veja abaixo os modelos:

1. Basculante

Modelo com abertura e movimentação para cima. É fundamental que o motor para portão basculante seja resistente e potente.

A RLG disponibiliza modelos residenciais e industriais que suportam portões de 500 kg a 2000 kg, e também a versão residencial speed onde o tempo de abertura/fechamento é de apenas 6 segundos*.

2. Deslizante

Com abertura para a lateral, o motor para esse portão não tem necessidade de ser tão potente quanto o modelo anterior. Os modelos para uso residencial costumam suportar até 350kg, enquanto os industriais até 2.000kg.

É importante que o modelo de motor deslizante seja resistente às questões climáticas para evitar que enferrujem, como chuva e maresia.

Uma vantagem que precisa ser ressaltada é que na versão residencial speed, o motor apresenta abertura/fechamento em 3,5 segundos*.

3. Pivotante

A abertura deste modelo é feita do centro para fora ou para dentro do local no qual está instalado.

Por ter a abertura mais diferenciada, o motor para portão pivotante é um dos mais complexos, precisa ser resistente e muito bem instalado para evite travamentos em contato com o solo.

Dica extra para escolher o motor para portão ideal!

Sempre consulte profissionais qualificados para fazer a escolha do motor mais adequado para o seu portão. Uma dica importante é ficar atento ao peso que o motor consegue operar. Sempre leve isso em consideração para decidir na hora de comprar e instalar o equipamento.

Que tal aproveitar as informações deste post e instalar um motor para portão na sua casa ou empresa?

Não esqueça que a instalação proporciona agilidade para acessar dependências, segurança para moradores e conforto.

Conheça os detalhes de cada modelo da RLG Automatizadores, escolha o mais apropriado para você e mantenha sua tranquilidade ao chegar em casa.

Entenda a importância do detector de fumaça

Ter um sistema de alerta para prevenir acidentes é uma medida importante. Não se engane em pensar que dispositivos, como o detector de fumaça, não são necessários em casa ou na sua empresa. Esse tipo de equipamento é capaz de prevenir incêndios de forma rápida, acionado por pequenas concentrações de fumaça.

Que tal saber um pouco mais sobre isso? Neste post, você vai ficar por dentro da importância de ter detectores de fumaça instalados nos mais diversos ambientes. Confira!

Quais são os principais benefícios do detector de fumaça?

Os detectores de fumaça são fundamentais para identificar acidentes com fogo ou situações de incêndio. O acionamento do alarme quando uma fumaça é identificada facilita para que as pessoas que estejam no local tomem providências. Ainda, existem modelos que tem a possibilidade de ativar sistemas de água para combater o fogo, de acordo com as orientações do corpo de bombeiros.

Outros benefícios fazem a diferença e colaboram para a eficiência do dispositivo. Veja alguns deles:

Instalação e design

Com a ajuda de um profissional, a instalação do aparelho é feita de forma rápida, fácil, e no lugar mais apropriado. Ainda, o detector conta com um design discreto e formato adequado para não interferir no ambiente. Geralmente, é instalado no teto.

Investimento

O detector de fumaça é um dispositivo que faz parte de todo um sistema de detecção e alarme de incêndio. O valor de um sistema tem muitas variáveis: depende do tamanho do ambiente, quantidade de dispositivos, entre outras. É de extrema importância que o projeto seja feito por um profissional altamente capacitado.

Acionamento e prevenção

Um dos principais benefícios do detector de fumaça é a agilidade e rapidez do acionamento. Basta uma pequena concentração de fumaça para que o alarme seja acionado. Por isso, é um equipamento fundamental para a prevenção de incêndios.

Locais e situações

Não são apenas os locais públicos e banheiros de avião que precisam de detectores de fumaça. Qualquer local que necessite de cuidados para evitar acidentes com fogo podem contar com o dispositivo.

Cozinha e área de serviços são ambientes que, quando não têm ventilação adequada, podem acontecer acidentes com escapamentos de aquecedores ou fogão, o que são causas recorrentes. Da mesma forma, sala e quarto costumam ter objeto inflamáveis — como tapetes e cortinas — , e uma vela acesa pode provocar acidentes rapidamente.

Qual a importância do detector de fumaça?

As causas de incêndios — sejam elas em residências ou empresas — podem ser as mais variadas. Problemas na rede elétrica, escapamento de gás, cigarros mal apagados são algumas frequentes.

Ainda, existem situações de pessoas mais vulneráveis capazes de gerar ocorrências, como idosos que moram sozinhos, nas quais é comum acontecer esquecimentos do fogão aceso, por exemplo.

Por ter inúmeras possibilidades de causas e situações de incêndio, o detector de fumaça é importante para a prevenção e para alertar o perigo. A adequação do dispositivo deve ser feita conforme a necessidade do ambiente e das pessoas.

Se você identificou alguma situação de possível risco de incêndio ao ler este post, não espere: entre em contato com a JFL Alarmes e receba todas as informações para instalar o detector de fumaça mais adequado para o que você precisa.

E não esqueça que a prevenção é essencial para manter a segurança, seja de pessoas ou de locais.

 

 

 

 

 

Saiba como funcionam as zonas para Central de Alarme

Para escolher o sistema de segurança mais adequado para sua casa é fundamental ter um pouco de conhecimento sobre os equipamentos utilizados e as suas principais funções. Por exemplo, você sabe o que são as zonas para central de alarme? E a importância delas para manter locais protegidos?
Se você tem interesse em descobrir as respostas dessas questões e entender mais sobre os dispositivos de segurança eletrônica, siga com a leitura deste post.

O que são zonas para central de alarme?

Pesquisar informações e referências é o primeiro passo para entender o funcionamento dos sistemas de segurança. E as funcionalidades deles também, como é o caso das zonas em uma central de alarme.
A zona é o setor a ser protegido pelo sensor. Por sua vez podem ser interligados um ou mais sensores em uma unica zona. As centrais de alarme, dispõem de um número variado de zonas – conforme a capacidade do equipamento.

Como funcionam as zonas para centrais de alarme?

As zonas são áreas protegidas pelos sensores. Uma sala que conta com 2 sensores de presença para que sejam acionados em caso de invasão, pode contar como uma zona.
Elas são identificadas por números na central de alarme.
Além disso, as zonas facilitam a administração do sistema de alarmes, pois permitem que seja habilitado ou desabilitado o disparo de determinadas áreas do mesmo local.
Ainda, a divisão por áreas colabora para o monitoramento, sendo possível identificar no display da central de alarme em qual zona aconteceu o disparo.

Dica extra: quanto mais zonas, melhor para a sua segurança!

Vale destacar que a definição das zonas facilita o monitoramento, reforça a segurança e flexibiliza o acionamento do sistema de alarme.
Desta forma, é possível perceber que quanto maior o número de zonas, de áreas divididas e monitoradas, mais seguro e eficiente será o sistema de segurança escolhido para manter sua casa protegida.
Por isso, a escolha da central de alarme que será instalada na sua residência ou empresa é essencial para que o local permaneça seguro, e para que comporte todas as zonas que você tenha interesse em proteger. E, atenção aos modelos de centrais de alarmes! Cada um deles tem uma determinada capacidade de zonas, sendo elas com ou sem fio.

Falando em central de alarmes, existem outras características que você deve verificar e considerar para escolher o modelo mais apropriado. Veja algumas delas.

  • Módulo GPRS integrado: existem modelos que fazem comunicação com o monitoramento ou usuario pelo sinal de celular;
  • Controle por aplicativo: pelo smartphone ou tablet, alguns equipamentos oferecem acessar a central via app.
  • particionamento real: com apenas uma central é possível operar separadamente zonas ou setores independentes;
  • Dispositivos sem fio: alguns tipos de central são compatíveis com dispositivos sem fio, como sensores de abertura;
  • Níveis de permissão: dependendo da tecnologia, é possível cadastrar usuários com níveis de permissão personalizados;
  • Programação prática: possibilidade de programar via cabo ou remotamente.

Agora que você já sabe o que são as zonas para central de alarmes e a importância delas para o sistema de segurança, aproveite para conhecer produtos que atendam as necessidades de segurança da sua casa.

Entre em contato com a JFL e conheça a central Active 20 GPRS. O equipamento é monitorável com módulo GPRS integrado, além de outras funções que vão facilitar o seu controle e proteção no dia a dia.

Saiba como funciona o nobreak em sistemas de segurança

Todos os sistemas de segurança eletrônica precisam de energia elétrica para o funcionamento adequado. Por esse motivo, quando acontecem problemas na rede de eletricidade, os equipamentos de proteção podem ser desativados.

Para evitar que ambientes fiquem vulneráveis em momentos de queda de energia é recomendada a utilização de nobreaks.

Siga a leitura do post e confira como funciona o nobreak em sistemas de segurança. Conheça os conceitos básicos e a importância do aparelho para manter sua casa e empresa protegidas.

O que é nobreak?

O nobreak é o aparelho que tem como principal função regular e fornecer energia quando a rede elétrica não está disponível. Também é conhecido como UPS (uninterruptable power system) ou sistema ininterrupto de potência.

Como funciona o nobreak?

A principal função do nobreak é controlar a eletricidade que é enviada para os equipamentos que estão conectados nele. Moderar a energia evita que eletrônicos sofram danos durante a falta ou variação de luz.

Além de regular, é o nobreak que cede energia para manter sistemas e dispositivos ligados diante de panes na rede de eletricidade.

Quem trabalha na área de tecnologia da informação tem mais aproximação com o termo por ser utilizado com frequência em sistemas corporativos — essenciais para o negócio —  para manter o funcionamento deles.

Os nobreaks são classificados conforme a potência que a bateria interna dispõe. A potência e o número de equipamentos ligados interfere no tempo e no desempenho do aparelho.

Em casos mais pontuais, outros dispositivos são utilizados para auxiliar no controle da energia elétrica, como o filtro de linha e estabilizador.

O filtro de linha — conhecido como régua — controla a corrente que é conduzida para os aparelhos conectados nele. Já o estabilizador, assim como o próprio nome indica, estabiliza a energia e equipara a que entra no aparelho com a que sai.

É importante destacar que a utilização das duas opções apresentadas não suprime a instalação do nobreak. Ainda, nenhuma delas tem a função de seguir fornecendo energia.

Preciso de um nobreak para o sistema de segurança?

Sim! Em ambientes que são monitorados ou precisam continuar seguros mesmo em momentos sem energia, a utilização de um nobreak é essencial.

Além de regular, o aparelho mantém por meio da baterias internas os equipamentos de segurança eletrônica acionados e garante o funcionamento de alarmes, câmeras ou cercas elétricas por um determinado tempo.

Um ponto muito importante e que deve ser considerado para escolher o nobreak ideal é a potência máxima de saída do aparelho. É preciso saber qual a capacidade que o sistema de segurança demanda para optar pelo modelo correto.

Depois de escolher o nobreak, o que mais preciso saber?

Existem duas dicas apropriadas para quem tem interesse em adquirir um nobreak para o sistema de segurança da sua casa ou empresa.

A primeira delas é recorrer a profissionais qualificados para auxiliar na escolha do dispositivo mais indicado. Questões como potencial, modelo, local de instalação devem ser avaliadas de forma criteriosa para evitar inconvenientes.

Além da contratação do profissional, a outra dica é sobre a bateria do nobreak, que deve ser trocada conforme a recomendação do fabricante.

Interessante saber como funciona o nobreak, não é mesmo? Se você está interessado(a) em conhecer outros dicas e ter mais informações para manter sua casa ou empresa segura não pare por aqui.

Nas redes sociais da JFL você tem acesso a muitos outros conteúdos sobre segurança eletrônica, tanto para sua residência, quanto para empresas. Siga o perfil no Facebook e acompanhe.

 

Descubra as funções do videoporteiro e potencialize sua segurança

A segurança eletrônica é um setor que desenvolve tecnologias para aumentar a proteção de pessoas e ambientes constantemente.

Com isso, além de novos produtos, recursos são adicionados aos equipamentos existentes no mercado de sistemas de segurança.

Para ter o uso otimizado de equipamentos para a proteção residencial ou empresarial é preciso conhecer as novidades e funções disponíveis.

Neste post, você vai descobrir recursos pouco conhecidos ou utilizados do videoporteiro. Acompanhe e fique sabendo como tirar melhor proveito de cada um deles.

Conexão de mais câmeras

Muitas pessoas não sabem que existem modelos de videoporteiros que permitem conectar mais de uma câmera no sistema.

A conexão de câmeras auxiliares permite a captação de imagens em diferentes pontos do local e reforça a proteção do ambiente.

Para a vigilância com mais de uma câmera, o monitor do videoporteiro exibe as imagens captadas de forma alternada e sequencial, facilitando assim o monitoramento.

Além de potencializar a segurança, contar com um número maior de câmeras evita que — caso a lente da câmera principal tenha problemas — o ambiente fique desassistido.

Registro automático

Alguns videoporteiros possuem a função de registrar fotos e gravar vídeos automaticamente.

Esse recurso é indicado para situações quando moradores não estão em casa ou momentos em que empresas estão em turnos sem expediente ou fechadas.

O registro é programado para ser feito no instante que a campainha é pressionada. Assim que o visitante aciona o botão, a câmera registra por meio de foto ou vídeo quem está tentando contato.

É importante ressaltar que o recurso deve ser habilitado previamente para ser acionado. A funcionalidade deve ser programada no equipamento para que seja feito o registro no momento certo.

Pontos de extensão

Assim como os equipamentos de interfone, o videoporteiro também possibilita a instalação de pontos de extensão.

No caso de ser necessário que o monitoramento em portarias de empresas, condomínios e entrada de residências seja feito de diferentes ambientes é possível instalar dispositivos que replicam as imagens.

Existem aparelhos de extensão que contam com funcionalidades como o armazenamento de fotos e vídeos independentes da unidade principal, assim como viva voz.

Intercom

Falando em extensão, você sabia que é possível fazer chamadas internas com o equipamento de videoporteiro?

Quando a instalação do sistema de segurança conta com outros pontos, a comunicação entre eles facilita o monitoramento do ambiente.

Além disso, a função Intercom colabora com a interação entre as pessoas responsáveis pelo controle de acesso em um determinado local, seja em casa ou em empresas.

Não perturbe

A função “não perturbe” é indicada para situações em que o morador não quer ser incomodado.

Seja para descansar, evitar visitas ou qualquer tipo de interferência, a modalidade — quando habilitada — inibe o som da campainha.

Assim, quando a tecla da campainha é acionada, não emite som no dispositivo instalado internamente e nem no que está na área externa.

A função pode ser acionada a qualquer momento. Quando desativada, a campainha é acionada normalmente.

Se você tem videoporteiro na sua casa ou empresa, não deixe de aproveitar as funções disponibilizadas nos equipamentos.

Alguns consumidores desconhecem as facilidades dos sistemas eletrônicos e deixam de potencializar a segurança de ambientes protegidos. Ficou interessado em conhecer mais funções dos dispositivos de segurança?

Então, não deixe ler o artigo “você está usando todos os recursos dos seus produtos tecnológicos?”, e saiba mais.

 

Sistemas de segurança: saiba quando utilizar interfonia residencial e central de comunicação

Para escolher o sistema de segurança mais apropriado para residências, condomínios ou empresas é preciso conhecer as características dos equipamentos e identificar a necessidade do local.

Dependendo do ambiente, existem dispositivos que são mais apropriados para serem instalados que outros.

A interfonia residencial e a central de comunicação são duas opções de segurança eletrônica que devem ser utilizadas em situações distintas para manter a proteção de lugares e pessoas. Confira.

Interfonia residencial

O sistema de interfones residenciais funciona como um telefone para identificar previamente visitantes e autorizar a entrada.

É um equipamento indicado para residências mas também pode ser utilizado em condomínios e em empresas.

Para facilitar a comunicação com quem quer entrar, a interfonia residencial é instalada em casos nos quais o acesso de entrada é distante do local. Casas com quintais e jardins na frente, sem visibilidade e com distanciamento da entrada são exemplos de lugares recomendados para a instalação.

Em empresas, a interfonia serve como barreira para controlar o acesso de funcionários e visitantes. Com a identificação de quem entra é possível inibir assaltos e tomar atitudes preventivas em situações suspeitas.

Basicamente, o sistema de interfonia  conta com um painel externo instalado na entrada do local conectado a um telefone fixado na parte interna do imóvel. A comunicação é feita por áudio.

Os modelos de equipamentos de interfonia possuem tecnologias diferentes. Alguns contam com acionamentos em touch sense, o que evita problemas de desgaste, travamentos e teclas quebradas.

Ainda, podem contar com sensor de abertura para identificar quando o portão permanece aberto por esquecimento ou propositalmente.

É válido ressaltar que esse tipo de equipamento não permite outros ramais para comunicação. Porém, tem a opção de serem instaladas extensões para aumentar os pontos de atendimento quando o interfone é acionado.

Central de comunicação

Diferente dos interfones residenciais, as centrais de comunicação são sistemas de segurança que possibilitam a conexão com outros ramais.

É uma solução indicada para prédios e condomínios que necessitem de comunicação pontual com diferentes ambientes, como apartamentos e salas comerciais.

A tecnologia utilizada nas centrais de comunicação permite também a intercomunicação de moradores e condôminos, sendo possível interfonar diretamente para cada apartamento ou sala.

O número de ramais que o equipamento suporta varia conforme o modelo. Como exemplo, para locais de médio porte existem modelos com 17 ramais disponíveis. Já para grandes empreendimentos, exemplares com mais de 140 pontos são os procurados.

Para a instalação e monitoramento das centrais de comunicação é importante optar por fornecedores que contam com softwares específicos para a funcionalidade e que tenham bom desempenho.

Pelo software é possível acessar funções importantes, como fazer a programação de ramais flexíveis, permissões e senhas.

Manter ambientes protegidos deve ser prioridade para quem faz a gestão de condomínios e empresas, assim como para moradores residenciais.

Os interfones residenciais e as centrais de comunicação são exemplos de sistemas eficientes e que facilitam o dia a dia de moradores e funcionários.

Para não ter dúvidas na hora de contratar o sistema de segurança mais apropriado, consulte uma empresa especializada, tire suas dúvidas e instale os equipamentos mais adequados.